Natália P.O.V
- Bom dia.- Sorri após me ver abrir os olhos
- Bom dia.- Sorri
- Dormiu bem?
- Não muito.- Ri.- E você ? Como dormiu?
- Não muito bem.- Ri.- Esta com fome?
- Muita
- Vou pedir à enfermeira. Quer que eu te ajude a sentar? Ou prefere ficar deitada por enquanto?
- Prefiro ficar deitada por enquanto
- Tudo bem.- Beija minha testa e sai dali... Minutos se passam e vejo a porta se abrir, ela entra com uma bandeja com meu café da manhã. A põe na mesinha ao lado.- Vem, deixa eu te ajudar a sentar.- Vem até mim e me ajuda, em seguida põe a bandeja ao meu lado.- Coma tudo, daqui a pouco a Sophie chega pra ser amamentadas
- Ok.- Respondo começando a comer
[...]
- Bom dia.- Entra a enfermeira sorrindo com a Sophie no colo, ela vestia um vestidinho de frio vermelho xadrez, estava uma Fofura de se ver. Ela a trás até mim e me dá com cuidado, pega a bandeja em seguida. - Às duas terá que fazer uns exames. Tudo bem?
- Exame ? De que ?
- Exames de sangue, precisamos saber se está tudo bem com você antes de ter alta no dia 23
- Tudo bem
- Daqui a uma hora venho te buscar.- Da um meio sorriso e sai
- Quer ajuda filha? Ou já sabe fazer isso?.- Me encara
- Não precisa, eu já fiz isso antes.- Ri tirando o meu seio de meu sutiã e pondo o mesmo em sua boca
- Ah sim.- Ri pelo nariz e se ajeita na cadeira.- Parece que te instruíram bem.- Sorri
- É.- Ri.- Teria que aprender de um jeito ou de outro.- Sinto ela chupar o meu seio, ela aperta o pouco querendo que saísse mais
- Ela esta com fome.- Ri
- Muita.- Ri
- É tão injusto, ela não tem nada da nossa família.- Ri pelo nariz
- Ela vai crescer e talvez se parece com algum de nós.- Ri
- É, quem sabe.- Ri.- Mas ela é tão igual ao Justin, ela também parece com aquela pequenina. Qual o nome dela mesmo?
- Jazmyn?
- Isso.- Ri.- Ela também a lembra
- Também achei.- Ri
- Eu queria conversar com você. Se já decidiu o que fazer? Vai voltar conosco? Ou com o pai da Sophie?
- Já decidi, vou ir com vocês
- Tudo bem. Ele virá junto?
- Ele disse que sim, não quer ficar longe da filha dele
- Tudo bem. Ele ficará lá em casa?
- Acho que não
- OK. Menos trabalho pra mim.- Ri.- Que bom que já providenciamos um berço, sabia que seria útil.- Ri
- Pensei que teríamos que comprar um.- Ri.- Obrigada mãe
- Nada.- Sorri.- Ela ia nascer no Brasil, então já compramos muita coisa.- Ri pelo nariz
- Obrigada.- Ri.- Sério, obrigada mesmo
- Não precisa agradecer, os pais fazem isso.- Ri pelo nariz.- Cuidam dos filhos. Eu pensei que seu pai nunca aceitaria mas essa garotinha amoleceu o coração dele.- Sorri
- Isso é bom.- Ri.- Ela chegou chegando.- Ri
- E assustando também.- Ri
- É. Não podemos esquecer isso.- Ri, coloco o meu seio de volta no sutiã e a fiz arrotar em seguida. Faço a dormir, ela era tão calminha, estou vendo que ela não me trará trabalho
- Nunca pensei que a veria assim, você cresceu tão rápido.- Fala com os olhos marejados
- Não chore mãe, eu ainda sou sua bebê lembra?.- Ri pelo nariz
- Você é minha bebê, mas não precisa mais de mim.- Fala limpando o rosto
- Claro que eu preciso, ainda preciso muito de você mãe, não diga isso
- Mas você parece tão independente agora.
- Só pareço mais ainda preciso dos meus pais
- É bom escutar isso.- Sorri.- Filha, como tem se sentido? Já conseguiu pensar um pouco? Na vida? Depois que acordou
- Ainda continuo confusa mais decidi fazer algo nesses dias que eu estava aqui
- Pode dizer?
- Terminarei com o Justin.- Respira fundo
- Tem certeza filha?.- Me olha confusa.- Você parecia amá-lo. Não quer esperar um pouco?
- Tenho certeza mãe, não quero magoá-lo ou muito menos ser algo nas suas costas, mãe ele se sente culpado por isso, não gosto de ver coisas assim e também, se eu não lembrar mais dele? Não seria pior? Só estou fazendo o melhor para os dois
- Tenho certeza que ele se sentira culpado de um modo ou de outro. Filha, mesmo não lembrando mais, você devia lhe dar uma chance. O amor não tem isso, mesmo você tendo o esquecendo, o sentimento ainda existe dentro de você
- Mãe mais é difícil ver ele sofrer por que eu não correspondo
- Filha, só se passou um dia. Não acha que ele ficara pior?
- Não sei mãe, mas ele ficará assim de qualquer jeito
- Tudo bem filha, você sabe o que é o melhor pra você.
- O melhor para os dois
- Tudo bem, desde que não o proíba de seus direitos esta tudo certo.- Da um meio sorriso
- Não irei o proibir, não pretendo fazer isso
- OK. Quando vai dizer isso pra ele?
- Acho que hoje, ainda não sei
-Tudo bem. Quando ele chegar deixo os dois a sós.- Ri
- Ok. Obrigada.- Da um meio sorriso
- Nada.- Sorri.- Agora me da um pouco minha netinha, quero aproveitar um pouco dela
- Toma.- Ri a entregando com cuidado. Ela a pega e começa a embala-la em seu colo quando ela resmunga entre seu sono
- Ela nunca chora?.- Ri
- Não, só quando está com muita fome, ela é calminha
- Que bom.- Sorri.- Não teremos muito trabalho se ela continuar assim.- Ri pelo nariz
- Muito bom, mãe eu tenho uma festa com as meninas de um menino chamado Bruno, posso ir?
- Que data?.- Me encara
- Ainda não sei, as meninas que devem saber
- Dependendo da data sim. Você não pode quebrar o resguardo, é perigoso
- Tudo bem. Obrigada.- Sorrio
- Nada.- Da um meio sorriso.
- Olá.- A enfermeira entra.- Preparada para os exames?
- Eu estou.- Dou um meio sorriso
- Então vamos.- Sorri e me ajuda a me levantar.- A senhora se importa de ficar? Ou preferem que peguem a bebê?
- Eu posso ficar.- Diz minha mãe sorrindo
- Tudo bem, não demoramos.- Da um meio sorriso e me leva dali, me levando para outro corredor. Entramos em uma sala e ela me põe sentada, sai e a vejo preparando as coisas para o exame, em seguida volta com luvas e a seringa. Ela imobiliza meu braço e põe a borracha em volta pra prender o sangue ali.- Não se mexa. OK?.- Fala apalpando minhas veias pra poder furar
- Ok.- Ela enfia a agulha me fazendo fechar a outra mão e apertar o outro lado da cadeira, é sempre assim, tirar sangue é incômodo, essa coisa dói... Quando ela termina tira a seringa e tira a borracha de meu braço.
- Pronto. Só um minuto.- Sai dali e espero uns minutos, depois de um tempo ela esta de volta.- Só o exame de sangue esta bom, vamos para o quarto? Precisa descansar
- Ok. Obrigada
- Nada.- Fala me ajudando a levantar e me levando de volta ao quarto, quando chego lá o Justin já estava com a Sophie. Ele não desgruda mesmo dela
- Olá.- Sorri pra mim e volta a andar pelo quarto com ela nos braços
- Vou na lanchonete, mais tarde volto filha.- Fala minha mãe se levantando, a enfermeira me ajeita na cama e sai do quarto.
- Ok. Não demore.- Ela apenas assente e sai dali
- E aí. Dormiu bem?.- Me olha
- Oi. Um pouco e você ?
- Bem.- Da um meio sorriso
- Eu preciso conversar com você
- OK. Agora?
- Sim.- Mordo meus lábios de leve
- Você esta nervosa. É algo grave não é?
- Sim. Como sabe?
- Você está mordendo seu lábio, sempre faz isso quando está apreensiva.- Murmura.
- Tudo bem! Vou falar logo isso.- Respiro fundo.- Não fique chateado comigo ok? Só estou fazendo o melhor para nós dois
- Já devo imaginar o que é.- Fala olhando pra Sophie um tempo e depois me encarando.- Quer que eu vá agora?.- Me encara
- Me perdoe.- Sussurro.- Não precisa ir, podemos ser amigos e você aos poucos pode tentar me ajudar a lembrar de você, eu juro que não quero te magoar
- Você que tem que me perdoar, a culpa é minha, eu que fiz isso com você.- Desvia o olhar e respira fundo.- Tudo bem, não posso te obrigar a ficar com alguém que não sente mais nada. Só não quero que me afaste dela.- Murmura a abraçando.
- A culpa não foi sua, já estava destinado acontecer isso, eu não seria capaz de te separar dela.- Murmuro
- Sim, foi. Eu estava desesperado, você estava com dor, eu acelerei o carro e eu bati com ele então a culpa é minha. E eu mereço isso, admito que mereço te perder, só não me tire o único pedaço da Natália de antes que me restou.- Fala limpando o olho que descia uma lagrima
- Justin, a culpa não foi sua.- Falo chegando mais perto dele.- Eu não gosto de te vê assim.- Limpo suas lágrimas
- Não precisa sentir pena, e a culpa foi minha sim.- Murmura pegando minha mão e tirando de seu rosto.
- Não faça isso, eu vou tentar lembrar de você, me ajude, não quero mais terminar com você, se for pra te ver assim, não terminarei com você nunca.- Sussurro apertando sua mão
- Não precisa ficar comigo por pena.- Murmura.- E sim, eu te ajudo. O que mais quero é que lembre de mim e do que tínhamos. Estou com saudades do que éramos, do jeito que me tratava, das coisas que me dizia. Eu sinto sua falta e estou guardando isso desde quando você entrou naquele centro cirúrgico. - Fala com um olhar triste, aquilo estava me quebrando.- Mas não me sentiria bem sabendo que esta comigo por pena.- Fala limpando as lagrimas que desciam
- Eu não vou ficar por pena, eu vou gostar de você, você me ajudar não vai?.- Pergunto apertando sua bochecha.- Não chore mais por favor.- Beijo a ponta de seu nariz.- Não gosto de te ver assim
- Eu guardei isso por muito tempo, a única pessoa que eu desabafava desse jeito era você, só você conhecia esse meu lado.- Respira tudo.- Tudo bem, eu te ajudo. Preciso tentar, eu te amo muito. Você me impediu de fazer muitas besteiras na minha vida.- Murmura
- Só eu ?.- Sorrio.- Eu também te amo, vem aqui me da um abraço.- Abro os meus braços com um sorriso no rosto
- Sim, só você.- Sorri.- Só um segundo.- Ri e põe a Sophie com cuidado na cama, a cercando com travesseiros em seguida.- Vem cá.- Me puxa para um abraço apertado mas de um modo que não me machucasse e afunda a cabeça em meus cabelos, aquele abraço era tão confortante, eu me sentia segura de uma forma estranha.- Me desculpa?.- Sussurra ainda me abraçando
- Não tenho de que te desculpar já disse.- Beijo seu ombro.- Pare de se culpar, a culpa não foi sua, tire isso da cabeça.
- Por favor diga que desculpa, só ficarei melhor depois que me desculpar.- Murmura
- Eu te desculpo.- Sussurro
- Obrigado.- Suspira e me encara.- Você vai lembrar de mim e vamos voltar pra nossa casa. Ok? Preparei uma coisa pra você e acredito que verá.- Da um meio sorriso
- Eu irei pro Brasil com os meus pais Justin.- Murmuro
- Eu sei. Estou dizendo caso recupere sua memória, eu sei que vai voltar pra casa com eles e estarei por perto. Estou de férias e quero passar o máximo de tempo que puder com nossa filha
- Tudo bem.- Ri pelo nariz me afastando dele e me encostando na cabeceira da cama.- Você é um bom pai.- Sorrio
- Eu tento ser.- Sorri e a pega de volta no colo.- Agora deite, você não pode ficar muito tempo em pé.- Fala endireitando os travesseiros pra mim
- Começou você, deixa eu sentada.- Murmuro
- Até assim não perde a teimosia né?.- Ri
- E nem eu assim você deixa de mandar em mim.- Dou língua pra ele
- Eu não quero promessas e eu prometi ao seu pai quando te tirei de casa que cuidaria de você.
- Mas não desse jeito, eu sei me cuidar sozinha
- Não vamos ter a mesma discussão de meses né?.- Murmura
- Eu não gosto de ser mandada e você sabe disso, então pare você primeiro
- Não estou mandando em você, só estou cuidando de você, é diferente. E tínhamos um trato, eu te deixei comer todas as besteiras que você queria mas quando a Sophie nascesse você aceitou me escutar.- Murmura
- Mas eu não lembro disso, como posso saber se você está falando a verdade ?
- Eu estou, não mentiria sobre isso.- Dá de ombros, nisso a Sophie começa a chorar em seu colo, a primeira vez que a escuto chorar assim. Ele tenta a embalar em seus braços mas ela não parava.- Não sei o que fazer.- Murmura a endireitando no colo.
- Acho que ela pode estar com fome ou estar suja.- Ri.- Ver se ela está suja
- Como faço isso?.- Ri
- Olha as fraldas dela.- Ri
- Ok.- Ri. Põe um travesseiro aí na cama
- E aí? Esta suja?.- Pergunto o encarando
- Calma.- Ri a pondo em cima do travesseiro e olhando sua fralda, fazendo uma cara feia em seguida.- Sim. Toma mamãe, sua primeira fralda de coco.- Ri
- Você limpa, você que estava com ela no colo e não eu.- Digo negando com a cabeça
- Não sei fazer isso.- Murmura
- Como se eu soubesse, mas deixa que eu faço isso, trás as coisas dela.- Murmuro
- Obrigado.- Respira aliviado.- OK.- Fala saindo dali e indo até a bolsa dela, voltando em seguida com uma fralda e a pomada.- Espera só um segundo, vou encher uma vasilha com água pra pôr o algodão.- Fala indo até o banheiro e voltando em seguida, põe alguns algodões na vasilha com agua morna e me dá.- Pronto. - Sorri
- Obrigada.- Dou um meio sorriso, levanto o seu vestido e tiro com cuidado as abas, pego levanto devagar sua pernas e molho o algodão na água e o passando em sua bunda até limpar seu bumbum, pego uma fralda e ponho em seu bumbum, pego a pomada e passo em suas partes íntimas, fecho a fralda e abaixo seu vestido.- Pronto.- Digo a pegando no colo
- Mandou bem.- Ri pelo nariz.- Que mamãe eficiente.- Ri
- Claro, sou esperta diferente do pai.- Ri jogando o cabelo para o lado
- Não gosto de trocar fraldas de meninas.- Murmura.- Tem que ter mais cuidado e não sei como fazer isso
- Vai ter que aprender.- Dou de ombros.- Não irei limpar sozinho papai
- Tenho medo de machucá-la sem querer.- Murmura
- Você não vai machucá-la, fique tranquilo
- OK.- Murmura pegando a fralda suja e a vasilha e indo ao banheiro, depois de uns minutos esta de volta, guarda as coisas que ficaram em cima da cama e se senta novamente.- Eu acho que e você terá alta antes do Natal.- Sorri
- Sério? Eu queria ter alta hoje, eu já estou bem.- Murmuro
- Espero que tenha antes do dia 24. Natal em hospitais não é legal.- Murmura
- Imagino, não tem como pedir que eu possa ir embora? Eu não aguento mais ficar aqui.- Murmuro
- Posso tentar, quer que eu os suborne?.- Me encara com um olhar divertido
- Faria isso?.- Sorrio
- Claro.- Sorri malicioso.- Sempre quis fazer isso, você nunca deixou.- Murmura
- Sério ? Agora eu deixo, faz isso, eu quero ir embora daqui
- Tudo bem.- Sorri.- Vou tente te dar alta amanhã
- Amanhã ? Não pode ser hoje?.- Faz biquinho
- Não dá, hoje creio que eles não liberem. E você fez o exame, tem que esperar sair o resultado. Amanha eu já posso conseguir, mas hoje sei que eles não deixam
- Nem tentou, eu não aguento mais dormir nessa cama e ficar nesse quarto branco.- Reviro os olhos
- Prometo que amanha bem cedo te busco. Só hoje, sei que consegue.- Ri pelo nariz
- Ruim.- Finjo voz de choro.- Tudo bem. Meu pai fica comigo hoje ?
- Sim, ele vem.- Ri, a Sophie começa a se mexer em meu colo e a murmurar inquieta, ela estica os bracinhos de olhos fechados e faz beicinho, ameaçando chorar
- Awn, ela é linda até tentando chorar.- Sorri apaixonado
- Está com fome filha?.- Pergunto a ajeitando em meu colo. Ela faz beicinho de novo e começa a chorar mexendo os bracinhos.
- Eu acho que está.- Ri pelo nariz
- Ela é tão fofinha.- Ri pelo nariz e tirei o meu seio do sutiã e o pus em sua boca, ela põe suas mãos em meus perto o apertando.- É. Ela está com fome.- Ri
- Bom dia.- Sorri
- Dormiu bem?
- Não muito.- Ri.- E você ? Como dormiu?
- Não muito bem.- Ri.- Esta com fome?
- Muita
- Vou pedir à enfermeira. Quer que eu te ajude a sentar? Ou prefere ficar deitada por enquanto?
- Prefiro ficar deitada por enquanto
- Tudo bem.- Beija minha testa e sai dali... Minutos se passam e vejo a porta se abrir, ela entra com uma bandeja com meu café da manhã. A põe na mesinha ao lado.- Vem, deixa eu te ajudar a sentar.- Vem até mim e me ajuda, em seguida põe a bandeja ao meu lado.- Coma tudo, daqui a pouco a Sophie chega pra ser amamentadas
- Ok.- Respondo começando a comer
[...]
- Bom dia.- Entra a enfermeira sorrindo com a Sophie no colo, ela vestia um vestidinho de frio vermelho xadrez, estava uma Fofura de se ver. Ela a trás até mim e me dá com cuidado, pega a bandeja em seguida. - Às duas terá que fazer uns exames. Tudo bem?
- Exame ? De que ?
- Exames de sangue, precisamos saber se está tudo bem com você antes de ter alta no dia 23
- Tudo bem
- Daqui a uma hora venho te buscar.- Da um meio sorriso e sai
- Quer ajuda filha? Ou já sabe fazer isso?.- Me encara
- Não precisa, eu já fiz isso antes.- Ri tirando o meu seio de meu sutiã e pondo o mesmo em sua boca
- Ah sim.- Ri pelo nariz e se ajeita na cadeira.- Parece que te instruíram bem.- Sorri
- É.- Ri.- Teria que aprender de um jeito ou de outro.- Sinto ela chupar o meu seio, ela aperta o pouco querendo que saísse mais
- Ela esta com fome.- Ri
- Muita.- Ri
- É tão injusto, ela não tem nada da nossa família.- Ri pelo nariz
- Ela vai crescer e talvez se parece com algum de nós.- Ri
- É, quem sabe.- Ri.- Mas ela é tão igual ao Justin, ela também parece com aquela pequenina. Qual o nome dela mesmo?
- Jazmyn?
- Isso.- Ri.- Ela também a lembra
- Também achei.- Ri
- Eu queria conversar com você. Se já decidiu o que fazer? Vai voltar conosco? Ou com o pai da Sophie?
- Já decidi, vou ir com vocês
- Tudo bem. Ele virá junto?
- Ele disse que sim, não quer ficar longe da filha dele
- Tudo bem. Ele ficará lá em casa?
- Acho que não
- OK. Menos trabalho pra mim.- Ri.- Que bom que já providenciamos um berço, sabia que seria útil.- Ri
- Pensei que teríamos que comprar um.- Ri.- Obrigada mãe
- Nada.- Sorri.- Ela ia nascer no Brasil, então já compramos muita coisa.- Ri pelo nariz
- Obrigada.- Ri.- Sério, obrigada mesmo
- Não precisa agradecer, os pais fazem isso.- Ri pelo nariz.- Cuidam dos filhos. Eu pensei que seu pai nunca aceitaria mas essa garotinha amoleceu o coração dele.- Sorri
- Isso é bom.- Ri.- Ela chegou chegando.- Ri
- E assustando também.- Ri
- É. Não podemos esquecer isso.- Ri, coloco o meu seio de volta no sutiã e a fiz arrotar em seguida. Faço a dormir, ela era tão calminha, estou vendo que ela não me trará trabalho
- Nunca pensei que a veria assim, você cresceu tão rápido.- Fala com os olhos marejados
- Não chore mãe, eu ainda sou sua bebê lembra?.- Ri pelo nariz
- Você é minha bebê, mas não precisa mais de mim.- Fala limpando o rosto
- Claro que eu preciso, ainda preciso muito de você mãe, não diga isso
- Mas você parece tão independente agora.
- Só pareço mais ainda preciso dos meus pais
- É bom escutar isso.- Sorri.- Filha, como tem se sentido? Já conseguiu pensar um pouco? Na vida? Depois que acordou
- Ainda continuo confusa mais decidi fazer algo nesses dias que eu estava aqui
- Pode dizer?
- Terminarei com o Justin.- Respira fundo
- Tem certeza filha?.- Me olha confusa.- Você parecia amá-lo. Não quer esperar um pouco?
- Tenho certeza mãe, não quero magoá-lo ou muito menos ser algo nas suas costas, mãe ele se sente culpado por isso, não gosto de ver coisas assim e também, se eu não lembrar mais dele? Não seria pior? Só estou fazendo o melhor para os dois
- Tenho certeza que ele se sentira culpado de um modo ou de outro. Filha, mesmo não lembrando mais, você devia lhe dar uma chance. O amor não tem isso, mesmo você tendo o esquecendo, o sentimento ainda existe dentro de você
- Mãe mais é difícil ver ele sofrer por que eu não correspondo
- Filha, só se passou um dia. Não acha que ele ficara pior?
- Não sei mãe, mas ele ficará assim de qualquer jeito
- Tudo bem filha, você sabe o que é o melhor pra você.
- O melhor para os dois
- Tudo bem, desde que não o proíba de seus direitos esta tudo certo.- Da um meio sorriso
- Não irei o proibir, não pretendo fazer isso
- OK. Quando vai dizer isso pra ele?
- Acho que hoje, ainda não sei
-Tudo bem. Quando ele chegar deixo os dois a sós.- Ri
- Ok. Obrigada.- Da um meio sorriso
- Nada.- Sorri.- Agora me da um pouco minha netinha, quero aproveitar um pouco dela
- Toma.- Ri a entregando com cuidado. Ela a pega e começa a embala-la em seu colo quando ela resmunga entre seu sono
- Ela nunca chora?.- Ri
- Não, só quando está com muita fome, ela é calminha
- Que bom.- Sorri.- Não teremos muito trabalho se ela continuar assim.- Ri pelo nariz
- Muito bom, mãe eu tenho uma festa com as meninas de um menino chamado Bruno, posso ir?
- Que data?.- Me encara
- Ainda não sei, as meninas que devem saber
- Dependendo da data sim. Você não pode quebrar o resguardo, é perigoso
- Tudo bem. Obrigada.- Sorrio
- Nada.- Da um meio sorriso.
- Olá.- A enfermeira entra.- Preparada para os exames?
- Eu estou.- Dou um meio sorriso
- Então vamos.- Sorri e me ajuda a me levantar.- A senhora se importa de ficar? Ou preferem que peguem a bebê?
- Eu posso ficar.- Diz minha mãe sorrindo
- Tudo bem, não demoramos.- Da um meio sorriso e me leva dali, me levando para outro corredor. Entramos em uma sala e ela me põe sentada, sai e a vejo preparando as coisas para o exame, em seguida volta com luvas e a seringa. Ela imobiliza meu braço e põe a borracha em volta pra prender o sangue ali.- Não se mexa. OK?.- Fala apalpando minhas veias pra poder furar
- Ok.- Ela enfia a agulha me fazendo fechar a outra mão e apertar o outro lado da cadeira, é sempre assim, tirar sangue é incômodo, essa coisa dói... Quando ela termina tira a seringa e tira a borracha de meu braço.
- Pronto. Só um minuto.- Sai dali e espero uns minutos, depois de um tempo ela esta de volta.- Só o exame de sangue esta bom, vamos para o quarto? Precisa descansar
- Ok. Obrigada
- Nada.- Fala me ajudando a levantar e me levando de volta ao quarto, quando chego lá o Justin já estava com a Sophie. Ele não desgruda mesmo dela
- Olá.- Sorri pra mim e volta a andar pelo quarto com ela nos braços
- Vou na lanchonete, mais tarde volto filha.- Fala minha mãe se levantando, a enfermeira me ajeita na cama e sai do quarto.
- Ok. Não demore.- Ela apenas assente e sai dali
- E aí. Dormiu bem?.- Me olha
- Oi. Um pouco e você ?
- Bem.- Da um meio sorriso
- Eu preciso conversar com você
- OK. Agora?
- Sim.- Mordo meus lábios de leve
- Você esta nervosa. É algo grave não é?
- Sim. Como sabe?
- Você está mordendo seu lábio, sempre faz isso quando está apreensiva.- Murmura.
- Tudo bem! Vou falar logo isso.- Respiro fundo.- Não fique chateado comigo ok? Só estou fazendo o melhor para nós dois
- Já devo imaginar o que é.- Fala olhando pra Sophie um tempo e depois me encarando.- Quer que eu vá agora?.- Me encara
- Me perdoe.- Sussurro.- Não precisa ir, podemos ser amigos e você aos poucos pode tentar me ajudar a lembrar de você, eu juro que não quero te magoar
- Você que tem que me perdoar, a culpa é minha, eu que fiz isso com você.- Desvia o olhar e respira fundo.- Tudo bem, não posso te obrigar a ficar com alguém que não sente mais nada. Só não quero que me afaste dela.- Murmura a abraçando.
- A culpa não foi sua, já estava destinado acontecer isso, eu não seria capaz de te separar dela.- Murmuro
- Sim, foi. Eu estava desesperado, você estava com dor, eu acelerei o carro e eu bati com ele então a culpa é minha. E eu mereço isso, admito que mereço te perder, só não me tire o único pedaço da Natália de antes que me restou.- Fala limpando o olho que descia uma lagrima
- Justin, a culpa não foi sua.- Falo chegando mais perto dele.- Eu não gosto de te vê assim.- Limpo suas lágrimas
- Não precisa sentir pena, e a culpa foi minha sim.- Murmura pegando minha mão e tirando de seu rosto.
- Não faça isso, eu vou tentar lembrar de você, me ajude, não quero mais terminar com você, se for pra te ver assim, não terminarei com você nunca.- Sussurro apertando sua mão
- Não precisa ficar comigo por pena.- Murmura.- E sim, eu te ajudo. O que mais quero é que lembre de mim e do que tínhamos. Estou com saudades do que éramos, do jeito que me tratava, das coisas que me dizia. Eu sinto sua falta e estou guardando isso desde quando você entrou naquele centro cirúrgico. - Fala com um olhar triste, aquilo estava me quebrando.- Mas não me sentiria bem sabendo que esta comigo por pena.- Fala limpando as lagrimas que desciam
- Eu não vou ficar por pena, eu vou gostar de você, você me ajudar não vai?.- Pergunto apertando sua bochecha.- Não chore mais por favor.- Beijo a ponta de seu nariz.- Não gosto de te ver assim
- Eu guardei isso por muito tempo, a única pessoa que eu desabafava desse jeito era você, só você conhecia esse meu lado.- Respira tudo.- Tudo bem, eu te ajudo. Preciso tentar, eu te amo muito. Você me impediu de fazer muitas besteiras na minha vida.- Murmura
- Só eu ?.- Sorrio.- Eu também te amo, vem aqui me da um abraço.- Abro os meus braços com um sorriso no rosto
- Sim, só você.- Sorri.- Só um segundo.- Ri e põe a Sophie com cuidado na cama, a cercando com travesseiros em seguida.- Vem cá.- Me puxa para um abraço apertado mas de um modo que não me machucasse e afunda a cabeça em meus cabelos, aquele abraço era tão confortante, eu me sentia segura de uma forma estranha.- Me desculpa?.- Sussurra ainda me abraçando
- Não tenho de que te desculpar já disse.- Beijo seu ombro.- Pare de se culpar, a culpa não foi sua, tire isso da cabeça.
- Por favor diga que desculpa, só ficarei melhor depois que me desculpar.- Murmura
- Eu te desculpo.- Sussurro
- Obrigado.- Suspira e me encara.- Você vai lembrar de mim e vamos voltar pra nossa casa. Ok? Preparei uma coisa pra você e acredito que verá.- Da um meio sorriso
- Eu irei pro Brasil com os meus pais Justin.- Murmuro
- Eu sei. Estou dizendo caso recupere sua memória, eu sei que vai voltar pra casa com eles e estarei por perto. Estou de férias e quero passar o máximo de tempo que puder com nossa filha
- Tudo bem.- Ri pelo nariz me afastando dele e me encostando na cabeceira da cama.- Você é um bom pai.- Sorrio
- Eu tento ser.- Sorri e a pega de volta no colo.- Agora deite, você não pode ficar muito tempo em pé.- Fala endireitando os travesseiros pra mim
- Começou você, deixa eu sentada.- Murmuro
- Até assim não perde a teimosia né?.- Ri
- E nem eu assim você deixa de mandar em mim.- Dou língua pra ele
- Eu não quero promessas e eu prometi ao seu pai quando te tirei de casa que cuidaria de você.
- Mas não desse jeito, eu sei me cuidar sozinha
- Não vamos ter a mesma discussão de meses né?.- Murmura
- Eu não gosto de ser mandada e você sabe disso, então pare você primeiro
- Não estou mandando em você, só estou cuidando de você, é diferente. E tínhamos um trato, eu te deixei comer todas as besteiras que você queria mas quando a Sophie nascesse você aceitou me escutar.- Murmura
- Mas eu não lembro disso, como posso saber se você está falando a verdade ?
- Eu estou, não mentiria sobre isso.- Dá de ombros, nisso a Sophie começa a chorar em seu colo, a primeira vez que a escuto chorar assim. Ele tenta a embalar em seus braços mas ela não parava.- Não sei o que fazer.- Murmura a endireitando no colo.
- Acho que ela pode estar com fome ou estar suja.- Ri.- Ver se ela está suja
- Como faço isso?.- Ri
- Olha as fraldas dela.- Ri
- Ok.- Ri. Põe um travesseiro aí na cama
- E aí? Esta suja?.- Pergunto o encarando
- Calma.- Ri a pondo em cima do travesseiro e olhando sua fralda, fazendo uma cara feia em seguida.- Sim. Toma mamãe, sua primeira fralda de coco.- Ri
- Você limpa, você que estava com ela no colo e não eu.- Digo negando com a cabeça
- Não sei fazer isso.- Murmura
- Como se eu soubesse, mas deixa que eu faço isso, trás as coisas dela.- Murmuro
- Obrigado.- Respira aliviado.- OK.- Fala saindo dali e indo até a bolsa dela, voltando em seguida com uma fralda e a pomada.- Espera só um segundo, vou encher uma vasilha com água pra pôr o algodão.- Fala indo até o banheiro e voltando em seguida, põe alguns algodões na vasilha com agua morna e me dá.- Pronto. - Sorri
- Obrigada.- Dou um meio sorriso, levanto o seu vestido e tiro com cuidado as abas, pego levanto devagar sua pernas e molho o algodão na água e o passando em sua bunda até limpar seu bumbum, pego uma fralda e ponho em seu bumbum, pego a pomada e passo em suas partes íntimas, fecho a fralda e abaixo seu vestido.- Pronto.- Digo a pegando no colo
- Mandou bem.- Ri pelo nariz.- Que mamãe eficiente.- Ri
- Claro, sou esperta diferente do pai.- Ri jogando o cabelo para o lado
- Não gosto de trocar fraldas de meninas.- Murmura.- Tem que ter mais cuidado e não sei como fazer isso
- Vai ter que aprender.- Dou de ombros.- Não irei limpar sozinho papai
- Tenho medo de machucá-la sem querer.- Murmura
- Você não vai machucá-la, fique tranquilo
- OK.- Murmura pegando a fralda suja e a vasilha e indo ao banheiro, depois de uns minutos esta de volta, guarda as coisas que ficaram em cima da cama e se senta novamente.- Eu acho que e você terá alta antes do Natal.- Sorri
- Sério? Eu queria ter alta hoje, eu já estou bem.- Murmuro
- Espero que tenha antes do dia 24. Natal em hospitais não é legal.- Murmura
- Imagino, não tem como pedir que eu possa ir embora? Eu não aguento mais ficar aqui.- Murmuro
- Posso tentar, quer que eu os suborne?.- Me encara com um olhar divertido
- Faria isso?.- Sorrio
- Claro.- Sorri malicioso.- Sempre quis fazer isso, você nunca deixou.- Murmura
- Sério ? Agora eu deixo, faz isso, eu quero ir embora daqui
- Tudo bem.- Sorri.- Vou tente te dar alta amanhã
- Amanhã ? Não pode ser hoje?.- Faz biquinho
- Não dá, hoje creio que eles não liberem. E você fez o exame, tem que esperar sair o resultado. Amanha eu já posso conseguir, mas hoje sei que eles não deixam
- Nem tentou, eu não aguento mais dormir nessa cama e ficar nesse quarto branco.- Reviro os olhos
- Prometo que amanha bem cedo te busco. Só hoje, sei que consegue.- Ri pelo nariz
- Ruim.- Finjo voz de choro.- Tudo bem. Meu pai fica comigo hoje ?
- Sim, ele vem.- Ri, a Sophie começa a se mexer em meu colo e a murmurar inquieta, ela estica os bracinhos de olhos fechados e faz beicinho, ameaçando chorar
- Awn, ela é linda até tentando chorar.- Sorri apaixonado
- Está com fome filha?.- Pergunto a ajeitando em meu colo. Ela faz beicinho de novo e começa a chorar mexendo os bracinhos.
- Eu acho que está.- Ri pelo nariz
- Ela é tão fofinha.- Ri pelo nariz e tirei o meu seio do sutiã e o pus em sua boca, ela põe suas mãos em meus perto o apertando.- É. Ela está com fome.- Ri
- Ela é tão novinha e já faz isso.- Ri pelo nariz a olhando
- Inteligente, igual a mim.- Ri.- Você tem cara de burrinho
- Eu não sou burrinho.- Murmura
- É sim, meu burrinho.- Digo rindo tentando deixá-lo melhor depois daquele drama
- Sou muito inteligente. OK?.- Murmura.
- Não. Você não é.- Ri
- Sou sim.- Murmura. A Sophie se mexe impaciente em meu colo e solta meu seio, começando a chorar em seguida.- Por quê não muda de lado? Esse aí pode estar acabando
- Até que não é tão burrinho.- Ri.- Pondo meu seio no sutiã e a trocando de lado e tirando o outro seio do sutiã e a colocando em sua boca
- Ela só Mamou naquele até agora, é logica que estaria vazio.- Ri pelo nariz
- Como sabe senão estava aqui?.- O encaro
- Eu só sei.- Da de ombros
- Estava me espionando mocinho?
- Não, nunca.- Ri.
- Por que eu não acredito em você ?.- Pergunto franzido o cenho
- Eu estou falando a verdade.- Murmura.- Vou te explicar. Quando se amamenta em um lado o seio fica menos cheio que o outro, consequentemente menor. Não sabia? O outro estava quase expludindo da sua blusa então imaginei que só amamentou pelo esquerdo.- Ri
- Estava olhando pro meu peito Justin ?.- O encarando incrédula
- Desculpa.- Murmura
- Tudo bem.- Ri.- Eu estava brincado.- Gargalho
- Você me assustou.- Resmunga.- Isso não se faz.- Faz bico
- Own que biquinho focinho.- Ri.- Sim isso se faz, fazer o que se sei trolar as pessoas?.- Ri
- Posso fazer uma pergunta?.- Ri
- Diga
- Como você lembrou como se fala?.- Ri
- Como assim? Eu falo normalmente.- Reviro os olhos.- Tenho boca e língua querido.- Pisco pra ele
- Porque você perdeu a memória, então como lembrou como se diz as palavras?
- Sério que está me perguntando isso? Retiro o que eu disse, você é burro por completo ri tirando os meu seio de sua boca.- Poe ela a cima de meu peito e bato de leve em sua costas lhe ajudando a arrotar, balanço ela em meu colo fazendo a mesma fechar os olhos para dormir
- Só deu curiosidade.- Revira os olhos
- Não. Você é burro mesmo
- Má.- Murmura
- Que você ama, triste a realidade né Justin?.- O encaro seria
- Não.- Murmura.
- É sim, se eu sou má seria uma triste realidade
- Fazer o que né.- Murmura.- Não escolhermos essas coisas
- Nossa. Magoou.- Aperto a campainha
- Ah para.- Ri pelo nariz.- Por que esta chamando a enfermeira?
- Pra ela levar a Soph e tirar você daqui.- Dou de ombros
- Vai me expulsar?.- Choraminga
- Sim
- Por quê?.- Murmura
- Porque sou má
- OK.- Murmura.- Tchau.- Sai dali e fecha a porta. Logo entra a enfermeira
- Já pode levá-la, ela já dormiu.- Sorrio
- Tudo bem, mais tarde a trago.- Da um meio sorriso e a pega
- Ok. Obrigada.- Digo me deitando e ligando a tv. Em seguida ela sai dali e fecha a porta
[...]
- Cheguei.- Meu pai entra no quarto com meu almoço
- Oi pai.- Sorrio
- Trouxe sua comida.- Ri e põe a bandeja na mesa
- Obrigada pai.- Sorrio.- Já comeu ?
- Sim, antes de vir.- Da um meio sorriso.- Nada.- Sorri
- Tudo bem. Então eu vou comer.- Ri pelo nariz começando a comer
- OK.- Ri.- O Justin já foi?
- Não sei dele.- Da de ombros
- Brigaram?.- Me encara
- Sim.- Ri
- Por que?. - Ri
- Por que ele me chamou de má e eu disse que já que sou má eu ia chamar a enfermeira pra tirá-lo de lá e ele saiu.- Dou de ombros
- Nossa.- Ri.- Que temperamental
- Eu só estava brincando com ele.- Murmuro
- Ele tem mania de levar a sério mesmo.- Ri pelo nariz
- Deixa ele, bom que acaba os dramas por hoje.- Ri bebendo o meu suco
- Dramas?.- Ri
- Ele fez drama hoje por que queria terminar com ele e como sou muito sensível não terminei
- E se arrepende de não ter terminado?
- Não me arrependo, mas é que não gosto de dramas isso me impede de fazer algo que eu queira
- Entendi. Você não sente nada por ele filha?
- Sinto algo mais não como ele sente por mim
- Isso não é ruim, quer dizer que ainda tem algo aí dentro
- Mas não ao ponto de continuar a namorar ele
- Então por quê não termina?
- Me da um aperto vê-lo chorar.- Murmuro
- É porque você o ama, só não sabe mais identificar isso filha
- Acho que não é amor pai
- E se for filha?
- E for eu iria saber não ?
- Nem sempre sabemos dos nossos sentimentos filha. Você acordou ha pouco tempo, tem que esperar pra ver
- Tudo bem. Irei tentar
- OK.- Sorri.- Gosto dele, ele cuida bem de você
- Ele me disse que fica mandando em mim por causa de você, pode desfazendo o que disse, eu sei me cuidar
- Não, você é teimosa. Não tem amor a própria vida
- Claro que eu tenho e senão desfazer o que disse termino com Justin e moro sozinha, não duvide por que eu faço
- Sem isso
- Sim. Senão fizer eu irei morar sozinha, longe de todos
- Você é menor de idade, continuará em casa
- Fujo de vocês e como praticamente quase estava casada o juizado não me colocará de volta pra casa
- Então veremos
- Não duvide de mim pai
- Não estou duvidando mas você esta muito abusada, não era assim
- Era bobinha.- Dou de ombros.- Vai retirar o que disse pro Justin ou não ?
- Depois conversamos sobre isso agora as meninas estão aqui e querem te ver.- Levanta e sai
[...]
- Boa tarde, aqui seu lanche.- Põe a bandeja na minha cama
- Obrigada.- Sorri lhe agradecendo
- Nada.- Sorri e troca meu soro.- Esta com dor? Quer um analgésico no soro?
- Ainda não estou sentindo dor, acho que não precisa, caso precise eu te chamo
- Tudo bem.- Sorri e sai, começo a comer lentamente, aquilo estava bom. Quando termino ponho ao meu lado e me encosto na cabeceira da cama
- Olha quem eu trouxe.- Entra o meu pai sorrindo todo bobo com a Sophie no colo.- A enfermeira pediu que a alimentasse filha
- Já? Que bebe pra sentir fome.- Ri
- Ela estava chorando muito, olha os olhinhos. Vermelhinhos.- Ri e a trás pra mim
- Awn. Tadinha do meu bebe.- Ri a ajeitando em meu colo e tirando o seio direito e o pondo em sua boca, logo sinto ela puxar o meu bico para sair o leite
- Ela tem força.- Ri e se senta na poltrona ao meu lado.- Minha bebê amamentando minha outra bebê.- Sorri nos olhando
- Pai.- O repreendo rindo em seguida
- Desculpa.- Ri.- É difícil te ver crescer e sendo mãe.- Murmura
- Tem que se acostumar pai, uma hora isso iria acontecer
- Eu sei.- Murmura
- Eu só sei.- Da de ombros
- Inteligente, igual a mim.- Ri.- Você tem cara de burrinho
- Eu não sou burrinho.- Murmura
- É sim, meu burrinho.- Digo rindo tentando deixá-lo melhor depois daquele drama
- Sou muito inteligente. OK?.- Murmura.
- Não. Você não é.- Ri
- Sou sim.- Murmura. A Sophie se mexe impaciente em meu colo e solta meu seio, começando a chorar em seguida.- Por quê não muda de lado? Esse aí pode estar acabando
- Até que não é tão burrinho.- Ri.- Pondo meu seio no sutiã e a trocando de lado e tirando o outro seio do sutiã e a colocando em sua boca
- Ela só Mamou naquele até agora, é logica que estaria vazio.- Ri pelo nariz
- Como sabe senão estava aqui?.- O encaro
- Eu só sei.- Da de ombros
- Estava me espionando mocinho?
- Não, nunca.- Ri.
- Por que eu não acredito em você ?.- Pergunto franzido o cenho
- Eu estou falando a verdade.- Murmura.- Vou te explicar. Quando se amamenta em um lado o seio fica menos cheio que o outro, consequentemente menor. Não sabia? O outro estava quase expludindo da sua blusa então imaginei que só amamentou pelo esquerdo.- Ri
- Estava olhando pro meu peito Justin ?.- O encarando incrédula
- Desculpa.- Murmura
- Tudo bem.- Ri.- Eu estava brincado.- Gargalho
- Você me assustou.- Resmunga.- Isso não se faz.- Faz bico
- Own que biquinho focinho.- Ri.- Sim isso se faz, fazer o que se sei trolar as pessoas?.- Ri
- Posso fazer uma pergunta?.- Ri
- Diga
- Como você lembrou como se fala?.- Ri
- Como assim? Eu falo normalmente.- Reviro os olhos.- Tenho boca e língua querido.- Pisco pra ele
- Porque você perdeu a memória, então como lembrou como se diz as palavras?
- Sério que está me perguntando isso? Retiro o que eu disse, você é burro por completo ri tirando os meu seio de sua boca.- Poe ela a cima de meu peito e bato de leve em sua costas lhe ajudando a arrotar, balanço ela em meu colo fazendo a mesma fechar os olhos para dormir
- Só deu curiosidade.- Revira os olhos
- Não. Você é burro mesmo
- Má.- Murmura
- Que você ama, triste a realidade né Justin?.- O encaro seria
- Não.- Murmura.
- É sim, se eu sou má seria uma triste realidade
- Fazer o que né.- Murmura.- Não escolhermos essas coisas
- Nossa. Magoou.- Aperto a campainha
- Ah para.- Ri pelo nariz.- Por que esta chamando a enfermeira?
- Pra ela levar a Soph e tirar você daqui.- Dou de ombros
- Vai me expulsar?.- Choraminga
- Sim
- Por quê?.- Murmura
- Porque sou má
- OK.- Murmura.- Tchau.- Sai dali e fecha a porta. Logo entra a enfermeira
- Já pode levá-la, ela já dormiu.- Sorrio
- Tudo bem, mais tarde a trago.- Da um meio sorriso e a pega
- Ok. Obrigada.- Digo me deitando e ligando a tv. Em seguida ela sai dali e fecha a porta
[...]
- Cheguei.- Meu pai entra no quarto com meu almoço
- Oi pai.- Sorrio
- Trouxe sua comida.- Ri e põe a bandeja na mesa
- Obrigada pai.- Sorrio.- Já comeu ?
- Sim, antes de vir.- Da um meio sorriso.- Nada.- Sorri
- Tudo bem. Então eu vou comer.- Ri pelo nariz começando a comer
- OK.- Ri.- O Justin já foi?
- Não sei dele.- Da de ombros
- Brigaram?.- Me encara
- Sim.- Ri
- Por que?. - Ri
- Por que ele me chamou de má e eu disse que já que sou má eu ia chamar a enfermeira pra tirá-lo de lá e ele saiu.- Dou de ombros
- Nossa.- Ri.- Que temperamental
- Eu só estava brincando com ele.- Murmuro
- Ele tem mania de levar a sério mesmo.- Ri pelo nariz
- Deixa ele, bom que acaba os dramas por hoje.- Ri bebendo o meu suco
- Dramas?.- Ri
- Ele fez drama hoje por que queria terminar com ele e como sou muito sensível não terminei
- E se arrepende de não ter terminado?
- Não me arrependo, mas é que não gosto de dramas isso me impede de fazer algo que eu queira
- Entendi. Você não sente nada por ele filha?
- Sinto algo mais não como ele sente por mim
- Isso não é ruim, quer dizer que ainda tem algo aí dentro
- Mas não ao ponto de continuar a namorar ele
- Então por quê não termina?
- Me da um aperto vê-lo chorar.- Murmuro
- É porque você o ama, só não sabe mais identificar isso filha
- Acho que não é amor pai
- E se for filha?
- E for eu iria saber não ?
- Nem sempre sabemos dos nossos sentimentos filha. Você acordou ha pouco tempo, tem que esperar pra ver
- Tudo bem. Irei tentar
- OK.- Sorri.- Gosto dele, ele cuida bem de você
- Ele me disse que fica mandando em mim por causa de você, pode desfazendo o que disse, eu sei me cuidar
- Não, você é teimosa. Não tem amor a própria vida
- Claro que eu tenho e senão desfazer o que disse termino com Justin e moro sozinha, não duvide por que eu faço
- Sem isso
- Sim. Senão fizer eu irei morar sozinha, longe de todos
- Você é menor de idade, continuará em casa
- Fujo de vocês e como praticamente quase estava casada o juizado não me colocará de volta pra casa
- Então veremos
- Não duvide de mim pai
- Não estou duvidando mas você esta muito abusada, não era assim
- Era bobinha.- Dou de ombros.- Vai retirar o que disse pro Justin ou não ?
- Depois conversamos sobre isso agora as meninas estão aqui e querem te ver.- Levanta e sai
[...]
- Boa tarde, aqui seu lanche.- Põe a bandeja na minha cama
- Obrigada.- Sorri lhe agradecendo
- Nada.- Sorri e troca meu soro.- Esta com dor? Quer um analgésico no soro?
- Ainda não estou sentindo dor, acho que não precisa, caso precise eu te chamo
- Tudo bem.- Sorri e sai, começo a comer lentamente, aquilo estava bom. Quando termino ponho ao meu lado e me encosto na cabeceira da cama
- Olha quem eu trouxe.- Entra o meu pai sorrindo todo bobo com a Sophie no colo.- A enfermeira pediu que a alimentasse filha
- Já? Que bebe pra sentir fome.- Ri
- Ela estava chorando muito, olha os olhinhos. Vermelhinhos.- Ri e a trás pra mim
- Awn. Tadinha do meu bebe.- Ri a ajeitando em meu colo e tirando o seio direito e o pondo em sua boca, logo sinto ela puxar o meu bico para sair o leite
- Ela tem força.- Ri e se senta na poltrona ao meu lado.- Minha bebê amamentando minha outra bebê.- Sorri nos olhando
- Pai.- O repreendo rindo em seguida
- Desculpa.- Ri.- É difícil te ver crescer e sendo mãe.- Murmura
- Tem que se acostumar pai, uma hora isso iria acontecer
- Eu sei.- Murmura
- Eu só sei.- Da de ombros
- Tudo bem.- Ri.- Eu estava brincado.- Gargalho
- Sinto algo mais não como ele sente por mim
- Eu cresci mais ainda sou a filha de vocês.- Ri.- Sou sua bebê grande
- É.- Ri pelo nariz.- Ainda é nossa bebê
- Só não fale isso na frente de ninguém, é constrangedor
- Tudo bem filha.- Ri pelo nariz
- Obrigada pai
- Nada.- Sorri.- Filha, quando ela estiver maior. Pensa em terminar o último ano da escola?
- Penso. Pretendo cursar uma faculdade em breve
- No Brasil? Ou em outro lugar?
- Ainda não sei, isso depende da minha memória
- Tudo bem.
- Cade minha mãe ?
- Ela está nas compras com as meninas.- Riv
- Sério ? E me largou, que mãe maravilhosa
- Ela ainda não comprou as roupas do Natal com a correria.- Ri
- Eu comprei? Eu não sei.- Ri pelo nariz
- Comprou.- Ri pelo nariz.- As meninas disseram
- Ok.- Respiro aliviada.- Amanhã quando eu receber alta quero ir ao shopping, não me lembro direito como é um.- Ri
- Você ainda não pode ficar andando, esta de resguardo. Lembra?
- Não vou andar muito pai, se começar a doer eu juro que eu paro um pouco.- Faço biquinho
- Não, você não pode andar. Ainda mais com os pontos
- Eu queria ir.- Finjo voz de choro
- Quando estiver melhor, por enquanto não. Você tem que se cuidar. Ou quer voltar ao centro cirúrgico?
- Eu estou melhor.- Murmuro.- Não eu não quero, mas eu posso ir de cadeiras de rodas
- Tudo isso pra ir ao shopping?.- Ri
- Sim.- Murmuro.- As meninas podem ir comigo me fazer companhia
- Não confio que elas não te deixaram andar. Leve o Justin
- O Justin não pai, elas vão me ajudar lá com as cadeiras de rodas
- Ele vai junto senão você fica
- Pai.- Resmungo
- Filha.- Imita minha voz
- Por favor pai.- Resmungo
- Se você sair da cadeira eu saberei e você ficará presa no quarto pelo resto do mês. Entendeu?
- Pai por que isso? Para eu vou ficar bem.- Murmuro
- Essas coisas são perigosas, você foi operada a dois dias atrás, tem que ter seu mês de repouso
- Vocês que estão exagerando
- Não estamos, são instruções médicas
- Mas me deixem, eu sei me virar e quem vai sentir dor vai ser eu
- Só vai se for de cadeira de rodas
- Chato.- Murmuro
- Olha o respeito menina
- Eu sei me cuidar.- Murmuro
- Mesmo assim, não pode me chamar de chato. Sou seu pai
- Mas é chato.- Ri
- Mas não pode me dizer isso.
- Já disse
- Então não repita. Está muito abusada
- Estou não, só estou dizendo a verdade
- Está sim, acordou muito abusada
- Eu estou brincando pai.- Ri.- Coroa irritado
- Não sou.- Murmura.- Não quer que eu a leve? Você precisa dormir um pouco.- Me olha
- Ok. Eu vou.- Lhe dou um abraço
- OK.- Ri pelo nariz e retribui o abraço.- Agora me dá essa bolinha.- Ri pelo nariz
- Toma.- Ri o entregando com cuidado
- Já volto.- Beija minha testa
- Ok.- Ele sai dali e me endireito na cama pra deitar. Fecho os olhos pra pensar um pouco nos últimos acontecimentos, na verdade os únicos a qual me lembro. Tudo ainda é meio confuso e isso me assusta, mas acredito que ficarei bem em breve e saberei tudo, lembrarei de como era.
[...]
- Pronta?.- Chega o Justin sorrindo com a Sophie toda arrumada no colo e sua bolsa de bebê nos ombros
- Estou.- Digo me olhando no espelho pela última vez
- Então vamos. Nossos seguranças estão nos esperando do lado de fora.- Fala a tampando com a manta e a endireitando em seu colo
- Temos seguranças? Não precisa.- Murmuro
- Está falando isso porque ainda não viu a loucura que está lá fora.- Murmura
- Mas aqui tem seguranças, não precisa.- Reviro os olhos.- Vou pro shopping com as meninas, você fica com a Soph?
- Que horas? E você ainda não pode ficar andando.
- Você é chato igual o meu pai, eu vou quando eu chegar em casa, só vou trocar de roupa pra mim poder sair
- Você está operada e com pontos, tenha senso Natalia
- Me deixa
- Não, você não vai ficar andando.- Fala emburrado
- Eu não vou andar, irei desfilar.- Ri.- Estou brincando, vou de cadeira de rodas
- OK. Eu te deixo lá, não confio nas meninas
- Não precisa, chamamos um táxi e eu vou usar a cadeira de rodas, não precisa se preocupar com isso
- Então por quê não acredito?.- Me encara sério
- Não sei e não me encara assim.- Viro o seu rosto pro lado
- Então pare de ser teimosa, eu te conheço e conheço seus truques. Se eu não for você leva um dos seguranças
- Justin, eu disse que eu vou de cadeira de rodas, não preciso nem de você e nem desses seguranças.- Reviro olhos
- Ou eu ou eles. Você decide
- Nenhum dos dois
- Então você vai pra casa
- Justin.- Resmungo.- Por favor, não confia em mim?.- O encaro incrédula
- Claro que confio, mas não quando tem que cuidar de si mesma
- Eu vou cuidar de mim eu prometo
- Se não cuidar eu saberei.- Murmura.- E não te deixarei mais sair até ficar totalmente bem. Entendeu?
- Você não manda em mim e eu ficarei com os meus pais mesmo.- Dou de ombros.- Mas vou me cuidar
- Mesmo estando com eles não deixarei de cuidar de você. Agora vamos? Tenho certeza que não aguenta mais esse lugar tanto quanto eu
- Depois vamos conversar sobre isso.- Reviro os olhos.- Vamos. Justin? Lá na casa tem um quarto sobrando?
- Tem sim. Por quê?
- Vou começar a dormir lá
- Tudo bem.
- Vamos?.- Pergunto o encarando
- Vamos.- Fala abrindo a porta pra saímos, saímos dali e me levam pra fora na cadeira, ao sair aquilo estava uma loucura, o Justin tampa mais a Sophie a protegendo com os braços e seguimos para o carro, o segurança me ajuda a entrar e fecha a cadeira, guardando no porta malas, logo depois de um tempo dão a partida.
- Elas te amam.- Ri.- Como elas sabiam que você estaria aqui?
- Elas sempre sabem.- Ri.- Acho que tiraram fotos quando saí do hospital depois da visita
- Nossa.- Ri... O tempo de passa e chegamos. Eles fazem o mesmo processo dr pegar a cadeira e me ajudar a ir pra ela e me levam pra dentro, todos estavam na sala
- Oi.- Dou um meio sorriso.- Posso me levantar agora?.- Murmuro
- Ola.- Sorriem
- Você vai pro quarto descansar.- Fala minha mãe vindo até mim
- Mas já ? Eu mal cheguei
- Você não pode pegar poeira e muito menos a Sophie.
- Ok. Levam minhas coisas para o novo quarto?
- Vamos.- Fala abrindo a porta pra saímos, saímos dali e me levam pra fora na cadeira, ao sair aquilo estava uma loucura, o Justin tampa mais a Sophie a protegendo com os braços e seguimos para o carro, o segurança me ajuda a entrar e fecha a cadeira, guardando no porta malas, logo depois de um tempo dão a partida.
- Elas te amam.- Ri.- Como elas sabiam que você estaria aqui?
- Elas sempre sabem.- Ri.- Acho que tiraram fotos quando saí do hospital depois da visita
- Nossa.- Ri... O tempo de passa e chegamos. Eles fazem o mesmo processo dr pegar a cadeira e me ajudar a ir pra ela e me levam pra dentro, todos estavam na sala
- Oi.- Dou um meio sorriso.- Posso me levantar agora?.- Murmuro
- Ola.- Sorriem
- Você vai pro quarto descansar.- Fala minha mãe vindo até mim
- Mas já ? Eu mal cheguei
- Voce não pode pegar poeira e muito menos a Sophie.
- Ok. Levam minhas coisas para o novo quarto?
- Já estão lá.- Fala o Justin
- Ok. Obrigada.- Sorrio.- Alguém me leva pro quarto.- Pergunto me levantando com cuidado
- Eu levo.- Meu pai vem até mim e me dá apoio com os braços
- Ok. Tchau gente, Justin depois deixa a Sophie no meu quarto.- Digo passando meus braços pelo ombro do meu pai
- OK.- Da um meio sorriso, ele me tira dali e me leva para o quarto no andar de baixo. Fecha a porta e me põe na cama.- Esta com fome filha?
- Um pouco
- Trarei algo. Não demoro
- Ok.- Ele apenas se vira e sai, me endireito, minha barriga já estava incomodando onde se localizavam os pontos, tento encontar um bom lado e fico quieta, com a esperança de que essa dor incomoda passe logo.
- Oi.- Abre a porta devagar e entra.- Vim deixá-la aqui.- Sorri vindo até mim
- Oi. Aproveitou ela bastante?.- Ri pelo nariz
- O maximo que pude.- Ri.- Até ela gritar de come.- Fala rindo
- Sério ? Awn.- Ri.- Obrigada. Justin ?.- Pergunto o encarando
- Uhum, nada.- Ri.- Pode falar.- Fala vindo até mim e a me dando com cuidado
- Quer dormir aqui?.- Murmuro
- Está falando sério?.- Me encara, com certa surpresa no olhar
- Sim.- Ri
- O que deu em você?. - Ri pelo nariz.- Mas OK, eu durmo aqui
- Dorme? Serio ? Obrigada.- Ri
- Uhum. Nada.- Ri pelo nariz.- Como sei que ainda não se sente confortável comigo, pegarei um colchão lá em cima. Tudo bem?
- Tem certeza que quer dormir ai? Se quiser pode dormir aqui, não ligo.- Ri.- Estou carente e a festa do pijama só vai ser amanhã.- Murmura
- Então só está fazendo isso porque esta carente? Que coisa feia.- Ri
- É? Ok. Vou arranjar um menino pra mim, só um momento.- Digo pegando o meu celular entrando no Twitter
- Não vai não.- Toma o celular da minha mão e guarda no bolso. - Vou tomar um banho e já venho. OK?
- Ué ? Você não queria dormir comigo, eu posso arrumar alguém que queira dormir comigo e que queira conhecer o ídolo
- Eu não disse que não queria. Só disse que só me chamou porque esta carente, se não estivesse me deixaria dormindo sozinho.- Murmura
- Você não pediu, se pedisse dormiria com você.- Ri
- Não queria ser invasivo.- Murmura
- Tudo bem. Então iria dormir sozinha.- Ri
- E não seria invasivo?
- Não. Eu não ligaria, iria te entender
- Tudo bem, me lembrari disso.- Ri
- Tudo bem, me lembrarei disso.- Ri
- Pode lembrar e sabe o que eu quero de você agora ?.- Sorrio maliciosa
- O que? Já sei vai pedir algum favor.- Murmura
- Eu ia pedir um beijo mais deixa pra lá
- Mentira, já conheço seus truques não é de hoje
- Tem certeza? Eu realmente ia te beijar, mas não acredita, tudo bem.- Dou de ombros
- Ia?.- Me encara surpreso.
- ia, mas agora não vou mais, duvidou de mim
- Como eu ia adivinhar? Você sempre fez isso.- Resmunga
- Eu agora sou diferente.- Ri.- Mas não vou mais te beijar, agora espere a próxima vontade de eu querer te beijar
- OK.- Da de ombros.- Vou tomar um banho, já volto
- Ok
- Ok.- Ele da um meio sorriso e sai dali, alimento a Sophie e a ponho pra arrotar, depois a faço dormir. Quando ela enfim dorme me endireito na cama e a deixo em meus braços. Ele chega em uns minutos depois.
- Ok.- Ele da um meio sorriso e sai dali, alimento a Sophie e a ponho pra arrotar, depois a faço dormir. Quando ela enfim dorme me endireito na cama e a deixo em meus braços. Ele chega em uns minutos depois.
- Quer que eu a ponha no berço?.- Me encara entrando, ele estava perfumado e com um moletom cinza, com os cabelos molhados e a barba feita
- Aceito.- Dou um meio sorriso
- OK.- Ri pelo nariz e a pega comigo, a põe no berço com cuidado e a cobre até a cintura com seu cobertor. Volta pra cama e se deita, se cobrindo em seguida.- Já tomou seus analgésicos?.- Me encara
- Não tive tempo ainda.- Murmuro.- Amanhã eu tomo
- Quer que eu pegue?
- Não precisa, você já deitou
- Não quero que sinta dores.- Murmura
- Você é um amor.- Aperto sua bochecha
- Só não gosto de te ver com dor
- Obrigada.- Ri
- Nada.- Sorri.- Vai querer o remédio?
- Senão for incomodo
- Não é.- Ri pelo nariz e se levanta, saindo do quarto em seguida. Volta uns minutos depois com o comprimido e um copo d'agua.- Toma.- Me dá o copo e o comprimido
- Obrigada. Você merece um beijo, vem cá.- Ri
- Opa.- Ri e chega mais perto
- Só se fizer massagem em mim, se fizer te dou um beijo como você quiser
- Você e suas massagens.- Ri.- Então quer dizer que quer fazer outro acordo?.- Me encara pensativo
- Sim. Se me fazer massagem eu te dou quantos beijos quiser
- Tudo bem, então eu faço.- Fala se sentando.- Se sente de costas pra mim, você não pode deitar de barriga pra baixo
- Ok.- Tiro minha camisa e viro de costas pra ele. Ele põe as mãos em meus ombros e começa uma massagem relaxante. Nossa, ele tem mãos boas pra isso. Desce um pouco pra minhas costas de vez em quando e depois volta para meus ombros. Repetindo esse ciclo varias vezes, me fazendo relaxar e fechar os olhos.- Está bom?.- Ri pelo nariz apertando um pouco meu ombro mas de uma forma boa
- Está ótimo, você vai ser meu massagista.- Ri
- Sempre fui.- Ri descendo novamente pra minhas costas e massageando devagar
- Sempre? E por que não me disse?.- Murmuro
- Você nunca perguntou.- Ri.- E pensei que me queria longe.- Da de ombros
- Como iria saber que você era um massagista? Se eu soubesse tinha pedido quando estava no hospital. Não te quero longe, não mais.- Ri
- Sempre exploradora.- Ri.- Viu? Mas queria.- Murmura.
- Antes quando não sabia seu dom.- Ri
- Interesseira.- Ri
- Que você ama.- Ri
- Fazer o que né?.- Ri e beija meu ombro, voltando a fazer massagem em seguida
- Você é delicado.- Ri me arrepiando
- Delicado?.- Ri.- Isso é bom?
- Sim.- Ri
- Que bom.- Ri pelo nariz.- Suas costas estão desinchando.- Ri
- Graças a você. Obrigada.- Sorrio
- Nada.- Ri.- Amanhã quer ver filmes pra passar o tempo? Deve ser ruim ter que ficar deitada o tempo todo
- Aceito.- Ri
- OK. Vou comprar uns pela manhã, acho que pipoca você pode comer. Ou não?
- Posso.- Ri
- OK.- Ri pelo nariz.- Pronto senhorita, sua massagem está feita.- Ri pelo nariz e me solta
- Obrigada.- Ri colocando minha blusa
- Nada.- Ri pelo nariz e se encosta na cabeceira da cama
- Boa noite.- Ri beijando sua bochecha e me deitando
- Sabia que era truque.- Revira os olhos e deita em seguida
- Quer beijinho?.- Ri.- Eu não te disse aonde seria
- Só fazer massagem em mim, se fizer te dou um beijo como quiser.- Imita minha voz e bufa em seguida
- Quer um beijo aonde?.- Ri.- Hey, essa não é minha voz.- Ri
- É sim.- Ri.- Não precisa mais.- Bufa se cobrindo
- Eu ia te dar, mas tudo bem e minha voz não é assim seu feio.- Dou língua e me deito
- É sim e não vou ficar te obrigando.- Murmura
- Minha voz não é assim.- Resmungo.-Eu ia te beijar, agora eu estava falando sério.- Ri
- Uhum sei.- Bufa
- Não acredita? Tudo bem.- Viro de lado.- Boa noite
- Ei não faça dramas.- Murmura me virando de frente pra ele de novo.- Não dorme agora não, quero passar mais tempo com você.- Resmunga
- Não estou fazendo drama, só ia dormir
- Não adianta, eu te conheço.- Murmura.- Acho que já faz essas coisas involuntariamente
- Mas eu só ia dormir.- Ri fechando os olhos
- Você ainda me deve um beijo.- Resmunga
- Não quero beijar mais.- Digi ainda de olho fechado
- Você ainda me deve, eu te fiz sua massagem.- Bufa
- Mas você duvidou de mim quando eu ia te beijar, por que te beijaria agora ? Quem não acredito agora sou eu.- Ri
- Porque você faz isso sempre, eu não.- Murmura.- Anda, eu mereço. Estou sendo um ótimo namorado e mereço isso.- Choraminga
- Pronto.- Lhe selo.- Agora vamos dormir, daqui a pouco a Sophie acorda
- Só vou deixar passar porque sei que possivelmente tenhamos que acordar daqui a pouco.- Murmura me puxando pra seu braço
- Obrigada. Agora vamos dormir, estou cansada.- Sussurro
- Tudo bem. Boa noite.- Beija minha testa e começa a fazer cafuné em mim me fazendo fechar os olhos instantaneamente, fico apenas sentindo seu toque até que adormeço
Brenda P.O.V
- O que eu tenho doutor?.- Pergunto me ajeitando na cama
- Coisas boas senhora.- Sorri
- Boas? O que seria bom ao ponto de me fazer desmaiar ?
- Você será mamãe.- Sorri mexendo no panfleto
- O quê?.- Me engasgo com minhas próprias palavras. Isso só pode ser brincadeira. O quê? Isso é pior, pior do que ficar doente. Isso não pode estar acontecendo. E agora?.- Me diga que isso é mentira por favor.- O encaro desesperada
- Não é mentira senhora, você está com três semanas de gravides
- Isso deve ser um engano, eu não posso estar grávida.- Ponho a mão na cabeça. E agora? O que farei? Como contarei uma coisa dessa? Eu não posso fazer isso, não posso ter essa criança, é cedo, muito cedo. Não posso avançar desse modo agora. e meu futuro? Minha vida? Não, eu não posso fazer isso, eu tenho que dar um jeito.
- Não é engano senhora, temos exames
- Pode jogar esses exames fora? Não quero recebê-los.- Falo fria, não posso ver isso. Eu não quero isso. Meu Deus. Por quê eu fui tão burra,m
- Pode jogar esses exames fora? Não quero recebê-los.- Falo fria, não posso ver isso. Eu não quero isso. Meu Deus. Por quê eu fui tão burra?
- Não. Não podemos jogá-los fora.- Fala batendo com a caneta no panfleto
- Tudo bem mas não quero recebe-los. Já posso ir embora?.- Me ajeito na cama
- Não. Você precisa descansar um pouco e acho que pretende contar isso pra sua namorada
- Não. Você precisa descansar um pouco e acho que pretende contar isso pra seu namorado
- Pode chamá-lo por favor?.- Peço, eu não pretendo contar agora mas preciso conversar com alguem sem ser esse médico, eu queria mesmo ir embora. Espero que consiga logo
- Tudo bem.- Diz saindo dali
[...]
Como ele pôde fazer isso? Ficar irritado com isso? É minha decisão, é minha vida sendo destruída por um erro. Ele devia me apoiar, aceitar minhas escolhas, quando a pessoa ama a outra faz isso. Mas não, quer fazer isso, ele quer complicar mais, meus pais nunca aceitariam. Eles me levariam de volta pra casa, mesmo assim ele insiste? Eu não quero essa criança, eu não posso ter essa criança. Mas pelo jeito terei que fazer isso sozinha, terei que me livrar dele sozinha, porque afinal. Tenho um namorado que não me apóia. Respiro fundo e volto a chorar, não gosto de brigar assim com ele, ele nunca falou nesse tom comigo, tambem dói ter que acabar com uma vida mas não tenho escolhas, isso vai contra o que aprendi, vai contra as leis mas eu sinto que não posso fazer isso, não sou boa o bastante pra ter uma criança nessa idade, talvez daqui a uns anos mas não agora. Limpo minhas lagrimas, eu não posso e não vou chorar, mas eu tenho medo, tenho medo de ser abandonada por essa decisão. Espero um dia ser perdoada, não sofrer algum tipo de castigo do destino por cometer isso, mas é o necessário, é o que preciso agora.
- Já recebeu alta.- Fala o Zayn entrando no quarto sério
- OK.- Limpo meu olho e me sento, faço um coque em meu cabelo e me levanto.- Meus pais ainda estão aqui?
- Todos ainda estão
- Tudo bem. Acho que vou embora descansar, amanhã venho ver a Nathy. Se quiser pode ficar.- Dou de ombros
- Todos vão pra casa, menos o Justin e antes que vamos embora você precisa comer
- Eu não preciso comer.- Murmuro.- Só preciso ir embora
- Sim você precisa e não iremos discutir novamente
- Não estou com fome, quando sentir fome eu como.
- Não, você vai comer agora e fim de papo
- Você não manda em mim.- Reviro os olhos
- Você vai comer sim, ou quer que eu conte aos seus pais que está grávida e quer abortar?.- Me encara sério
- Você vai comer sim, ou quer que eu conte aos seus pais que está grávida e quer abortar?.- Me encara sério
- Agora tudo o que eu fizer irá jogar na cara? Antes eu não tivesse contado.- Murmuro
- Você vai comer é para o seu bem e do nosso bebê.- Sorri se aproximando e alisando minha barriga em seguida
- Por favor não faz isso.- Murmuro o olhando, ele quer tornar mais difícil mas não pretendo mudar de ideia.
- Já fiz.- Sorri.- Quero que você saia logo dai.- Sorri beijando minha barriga
- Não Zayn, não faz isso. Não quero que crie esperanças.- Murmuro o encarando
- Já criei e agora é tarde demais. Vamos? Você precisa comer?.- Se levanta
- Isso é um erro.- Murmuro.- Ok.- Me rendo
- Um erro que já foi cometido e não podemos mudar, o que quer comer.- Passa seu braço ao redor do meu ombro
- Podemos sim mudar. Uma salada se frutas.- Murmuro
- Não. Não podemos, já fizemos.- Trava o maxilar.- Só isso? Depois ficará com fome
- Sim, nós podemos. E sim, só isso. Ainda me sinto enjoada
- Eu já disse que não e não quero mais discutir. Ok.- Diz me puxando para a lanchonete do hospital.- Quer uma água também ?
- Por favor.- Sorrio sem mostrar os dentes
- Não demoro.- Beija minha testa e indo até a lanchonete.. Depois de alguns minutos o Zayn volta com duas águas minerais e uma salada de fruta
- Aqui está.- Diz colocando a bandeja em cima da mesa
- Obrigada.- Dou um meio sorriso e começo a comer devagar
- Nada. Amanhã que horas pretende vir?.- Pergunta me encarando
- Acho que depois do almoço, pretendo dormir mais um pouco.
- Ok. Quero que se cuide direito, se agasalhar aqui está muito frio e não quero que fique doente
- Se eu sentir frio visto um casaco.- Dou de ombros
- Não. Você vai usar, aqui está com tempo de chuva e está chegando dias de neve, então quero que se agasalhe
- Como eu disse, se eu sentir frio eu uso
- Você vai usar, precisa de cuidados especiais.- Diz bebendo a água
- Não preciso, isso já vai acabar.- Murmuro
- O que quer dizer com isso?.- Pergunta me encarando sério
- Você sabe o que quero dizer.- Falo sem olhá-lo, continuando a comer minha salada de frutas. Ele não pode me convencer, isso é pro meu bem
- Você não fará isso.- Me olha irritado.- Pensei que já tinha mudado de ideia sobre isso
- Não pretendo mudar de ideia.- Murmuro
- Não quer me irritar não é ? Não quer acabar o que temos por seus caprichos idiotas, não é mesmo?.- Me encara ele estava vermelho de raiva, seus olhos pingavam a fogo
- Não quero discutir sobre isso novamente.- Murmuro
- E eu quero que tire essa ideia estupida da cabeça
- Você não pode me impedir.- Murmuro
- Sim eu posso e vou fazer, Brenda eu juro que se você tirar essa criança.- Respira.-Eu juro pra você que deletarei você da minha vida.- Diz irritado
- Isso só me mostra que não me ama o suficiente e que fiz a escolha errada.- Falo o encarando séria. Isso não se diz, ele não pode me dizer isso, eu tenho minhas escolhas e ele deveria me apoiar, eu que irei sofrer com isso tudo. Não ele
- E eu me enganei pensando que estava amando a pessoa certa, irônico não ?.- Ri sem humor
- Por que não tenta se pôr no meu lugar? Talvez me entenderia. É, pelo jeito amamos as pessoas erradas.- Murmuro.- Eu não quero brigar, podemos falar sobre outra coisa?.- Respiro fundo
- E você já tentou pelo menos tentar me entender e parar de ser idiota o suficiente pra fazer essa besteira que se arrependerá pelo resto da sua vida?
- Eu não quero ter que enfrentar meus pais, nem os seus. Também não quero enfrentar seus fãs podendo ter evitado, não quero parar minha vida. E se der errado? Eu tenho medo, isso só vai nos prejudicar. Tente entender
- Fui mulher o suficiente pra fazer mas quando tem responsabilidade corre?.- Ri irônico.- Que se foda todos Brenda, o que me importa agora é o nosso filho
- Não quero mais falar sobre isso
- Está fugindo.- Revira os olhos
- Eu só não quero brigar e esse assunto nos faz brigar.- Bebo minha água
- Então tire essa sua ideia estupida
- Vamos esquecer isso por enquanto. OK? Depois decidimos isso
- Tudo bem.- Diz voltando a beber sua água
[...]
- Quer tomar um banho?.- Pergunta o Zayn após sair do banheiro
- Uhum.- Me levanto e pego uma roupa na mala.- Não demoro.- Falo indo pro banheiro, fecho a porta e me dispo, entro na agua quente e a deixo cair sobre o meu corpo, essa água está boa e precisava disso, tirar todo o peso das últimas horas que me atormentava tanto. Aproveito pra pensar, será que tirar essa criança é o certo? Eu sei que não, sei que é errado. Será que vou me arrepender depois? Mas e se eu deixa-la viver? Não será pior? Pais ausentes não seria pior ? Não, nada é pior do que a morte. Mas eu preciso fazer isso, eu admito, eu fujo, estou fugindo das minhas responsabilidades mas não sei se consigo lidar com a situação, não sei se sou capaz de lidar com isso tudo. Deixo lagrimas caírem, por quê tão difícil tomar a decisão certa? Deixo a água cair por meus cabelos e limpar as lagrimas do meu rosto, fico ali por longos minutos, minutos de desabafos sozinha, eu precisava eliminar essas lagrimas, elas estavam me sufocando. Ao terminar o banho me seco e me visto, escovo os dentes e penteio os cabelos. Volto pro quarto e ele se encontrava pensativo, prefiro não falar nada agora, não quero mais brigas, isso já está me cansando. Subo na cama e me deito, vou tentar dormir, preciso dormir, preciso de um pouco de descanso
- Boa noite.- Sussurra passando a pão pela minha cintura e em seguida dá um beijo em meu ombro
- Boa noite.- Sussurro fechando os olhos
- Se acordar primeiro me acorda ok?.- Diz pousando seu queixo em minha cabeça
- Tudo bem. Durma bem.- Falo me ajeitando e puxando o cobertor até a altura de meu pescoço
- Eu te amo ok?.- Sussurra
- Eu também te amo.- Respiro
- Ok.- Sorri.- Agora durma, quero você descansada amanhã
- Tudo bem, até amanhã.- Ele faz cafuné em mim me fazendo fechar os meus olhos e apenas sentir o seu toque, o seu toque estava me acalmando e eu apenas aproveitava, penso um pouco até que eu apago
[...]
- Amor, acorda o almoço já está pronto.- O Zayn alisa o meu braço
- Oi.- Abro os olhos e o encaro, por incrível que parecia eu dormi bem, me sinto descansada.- Vou tomar um banho antes.- Murmuro me sentando
- Ok. Te espero lá em baixo.- Beija minha testa- Ok.- Dou um meio sorriso, ele sai dali e me levanto. Caminho até as malas e pego minha roupa, entro no banheiro e tomo meu banho, me visto, escovo os dentes e penteio os cabelos. Desço as escadas e entro na sala de jantar.- Boa tarde.- Dou um meio sorriso
- Boa tarde, dormiu bem?.- Pergunta o meu pai
- Uhum e o senhor?.- Pergunto me sentando
- Dormi bem.- Sorri
- Vamos comer gente ? Eu quero ver minha irmã e minha sobrinha
- Tudo bem.- Ri. Todos começamos a comer, eu estava com bastante fome, ontem não comi direito e tudo se acumulou, após comer tomo meu suco. Quando todos terminam comemos a sobremesa, eu já não aguentava mais então resolvi parar por aí.
- É agora que vamos ao hospital mãe?.- Pergunta a Duda a olhando
- Vamos. Vai escovar os dentes.- Sorri
- OK.- Pula da cadeira e sai correndo
- Eu também vou escovar os dentes. Não demoro.- Dou um meio sorriso e me levanto
- Eu também vou.- Diz o Zayn se levantando.- Vamos amor?
- Vamos.- Subimos as escadas e entramos no quarto, escovo meus dentes e o espero no quarto.
- Estou pronto.- Mexe no cabelo
- Então vamos.- Ele entrelaça nossas mãos e desse às escadas
- Prontos?.- Pergunta a tia Monica
- Sim.- Dou um meio sorriso
- Então vamos.- Sorri, saímos dali e entramos no carro
- Querido hoje eu fico com a Natalia e amanhã pode ser você, ok?
- Tudo bem.- Da um meio sorriso
- Tem notícias dela?
- Não, sem nenhum progresso por enquanto.
- Espero que ela esteja melhor
- Ela vai estar.- Fala a Pattie.- É só termos fé.- Dá um meio sorriso
- Por que não vamos logo? Eu quero vê-la, ontem não me permitiram entrar.- Murmuro
- Sò estou esperando as crianças.- Diz o tio Clemir
- Ok.- Me sento
- Vamos pai?.- A Duda aparece e pega sua mão
[...]
- Boa tarde.- Diz a recepcionista sorriso
- Boa tarde. Viemos ver nossa filha, a Natália.- Dá um meio sorriso
- Natalia de que senhor?.- Pergunta mexendo no computador
- Albuquerque Mariush
- Aqui está, só espera alguns minutos o horário de visita ainda não começou
- Tudo bem, obrigada.- Da um meio sorriso
- Nada.- Sorri.- O que nos resta é esperar, temos cinco minutos eu acho.- Diz olhando pro relógio
- Vou me sentar. Quando der a hora me avisem?.- Os encaro
- Vou me sentar. Quando der a hora me avisem?.- Os encaro
- Alguém deve vir nos avisar.- Ri o Zayn se sentando
- É.- Ri e deito a cabeça em seu ombro.- Depois temos que conversar.- Falo brincando com o anel de seu dedo
- Não pode ser agora?.- Sussurra
- Não, eu acho melhor quando estivermos em casa
- É sobre o que?.- Sorri
- Nós.- Sussurro
- Nós? É algo bom ou ruim ?
- Ainda não tenho uma classificação pra isso.- Ri pelo nariz.- Depende do rumo da conversa
- Opa! É o que estou pensando.- Sussurra malicioso
- Idiota.- Ri.- Não, não é o que está pensando.- Ri pelo nariz
- Então é o que?.- Faz biquinho
- Você vai saber depois.- Ri
- Poxa. Serio isso amor?
- Uhum, muito sério.- Ri e beijo sua bochecha
- Sua ruim.- Faz biquinho
- Eu não sou ruim, só não estamos em um lugar apropriado pra conversar
- Tudo bem. Quando chegarmos em casa conversamos
- Obrigada.- Dou um meio sorriso
- Brenda, vamos entrar agora. Depois de nós vocês vão. OK?
- Tudo bem, boa sorte.- Dou um meio sorriso
- Obrigada.- Sorri e saem dali
- Estou curioso amor.- Resmunga
- Eu sei que está.- Ri.- Mas pode esperar
- Não. Eu não consigo
- Claro que consegue, faça um esforço.- Ri
- Falta muito ainda amor, não me torture
- Não quero decidir minha vida em um hospital.- Murmuro
- É sobre isso? Tudo bem! Eu consigo esperar até em casa
- Obrigada.- Dou um meio sorriso
- Eu que agradeço
[...]
- Sua vez.- Diz a tia Mônica sorrindo.- Só que não force muito, ela não lembra de nada
- Tudo bem.- Dou um meio sorriso.- Vira comigo?.- Olho pra ele
- Sim.- Se levanta
- Na próxima será eu e as crianças.- Diz a Pattie
- Tudo bem.- Sorrio,saímos dali e vamos em direção ao quarto. Bato levemente na porta e a abro em seguida.- Olá.- Dou um meio sorriso e entro
- Oi.- Me encara dando um sorriso de leve
- Como vai?.- Vou mais pra perto de sua cama
- Estou bem e você ?
- Estou bem.- Dou um meio sorriso.- Não se lembra mesmo? Nem de mim?.- Murmuro a encarando
- Não.- Murmura
- Que pena.- Murmuro.- Mas vai lembra, vamos passar um tempo juntas. Ficarei uns dias no Brasil, e como somos vizinhas, irei te apurrinhar todos os dias.- Falo rindo
- Então você é a Brenda?.- Ri
- Olha, ela sabe meu nome.- Ri.- Sim, sou.- Sorrio
- O Justin me disse.- Ri
- Imaginei.- Gargalho.- Nunca mais me mate de susto assim, sabia que passei mal pensando que você morreria?.- Murmuro
- Me ama demais né ?.- Gargalha.- Brincadeira. Mas já está melhor ?
- Sempre convencida.- Ri - Sim, já estou.- Dou um meio sorriso.- E minha afilhada. Como vai?
- Ela esta ótima e linda como o pai.- Justin fala rindo
- Então ela nasceu feia? Já se olhou no espelho?.- Gargalha o Zayn
- Nasceu mais bonita que você.- Da lingua pra ele.- Já e sou lindo.- Da se ombros
- Vish! O espelho mente Justin.- Gargalha
-Deve ser por isso que você vive na frente dele
- Deve ser por isso que você vive na frente dele.- Ri
- Não preciso de espelho pra dizer que sou bonito, já tenho pessoas para me dizerem isso.- Da de ombros.- E fiquei sabendo que até a sua namorada me achava bonito.- Pisca pra ele
- Se for por dizerem ser bonito, também tenho pessoas que dizem isso de mim.- Da de ombros.- Sua namorada também me achava bonito. E? Isso não interfere
- Não acredito que vão discutir por isso.- Gargalho
- As revistas dizem isso, agora você? O Problemático.- Ri
- E você o maconheiro viciado em cigarros.- Gargalha
- Chega né.- Murmuro
- E você o maconheiro que come a bunda dos companheiros de banda.- Gargalha
- Chega né.- Murmuro
- Não acredito que vão discutir por isso.- Gargalho
- E você que adora os negões, duvido se você não da pra eles.- Gargalha
- Se continuarem discutindo eu juro que levanto dessa cama e tiro os dois daqui
- Não não. Dessa Bundinha aqui só sai merda, não entra nada.- Ri.- Já da sua, deve ser arrombada de tanto que comem essa Bundinha de pombo.- Gargalha.- OK Amor, parei
- Chega Zayn, não reponde.- Falo séria
- Bieber você com essa cara ai de viado que da o cu pros negões, só anda do lado deles.- Gargalha
- Eu já falei pra parar.- Falo irritada.- Parecem duas crianças
- Ele que começou.- Murmura o Justin.- Só por isso, quando você tiver filhos. Vão nascer todos feios, com orelha de dumbo igual a sua.
- Justin.- O repreende.- Não serei obrigada atirar os dois daqui não é ?.- Revira os olhos.- Eles são sempre assim Brenda?.- Pergumtar encarando
- Hoje estão piores.- Murmuro.- Se acordarem a Sophie, vão ter que se virar pra fazê-la dormir.- Os encaro séria
- É só cantar pra ela,ela adora minha voz.- Fala rindo
- Convencido.- Revira os olhos
- Não posso fazer nada se minha voz causa esse efeito até na minha filha.- Ri
- Não sei quem é pior.- Murmuro
- Saiem os dois do quarto.- Fala a Nathy seria
- Por que ? Eu fico quieto.- Mumura o Zayn
- Vou ficar quieto, prometo.- Fala balançando a Sophie em seu braço
- Eu quero segurá-la.- Falo o olhando
- Só se disser que sou lindo.- Gargalha
-Nada disso.- Diz o Zayn serio
- Da logo a Sophie pra ela Justin, não quero vocês discutindo de novo, me da dor de cabeça
- Primeiro diz que sou lindo
- Me dá logo essa menina.- Murmuro.
- Toma.- Gargalha e a me da com cuidado.- Agora fala que sou lindo.- Fala no meu ouvido me fazendo rir
- OK cunhado lindo agora senta.- Falo baixo e Gargalho em seguida, logo voltando minha atenção pra aquela menininha adorável nos meus braços. Ela é tão fofa, isso me faz pensar no meu filho. Será que com ele seria assim? Eu o veria assim? Acho que não posso fazer isso, nunca tê-lo em meus braços como ela. Beijo sua testa, ela é realmente fofa, se fosse maior estaria a apertando agora
- Não acredito que disse isso.- Diz emburrado se sentando no sofá
- Ai amor para de drama.- Ri pelo nariz
- Para de drama? Você deu a ele o que ele queria.- Revira os olhos
- Também faço isso com você então não reclame.- Murmuro
- Não posso fazer nada se sua namodada me acha lindo.- Gargalha
- Ai.- Revira os olhos
- Nathy sua filha é uma Fofura.- Sorrio fazendo carinho em seu rosto
- Eu sei. Obrigada.- Ri
- Nada.- Ri
- Depois quero segurá-la.- Diz o Zayn
- Tudo bem.- Ri.- Então, eles te disseram algo? Se vai conseguir lembrar das coisas?
- Disseram que é passageira e em alguns dias eu recuperarei a memória
- Que bom.- Sorrio.- É muito ruim ter uma melhor amiga com amnésia.- Gargalho. - Amor vem pegá-la, daqui a pouco teremos que ir pra Pattie entrar com as criamças
- Que bom.- Sorrio.- É muito ruim ter uma melhor amiga com amnésia.- Gargalho. - Amor vem pegá-la, daqui a pouco teremos que ir pra Pattie entrar com as crianças
- Ok.- Sorri e se levanta e pega a soph com cuidado dos meus braços
- Imagino.- Ri
- Que pena que fez uma cesariana, pensei que conseguiriamos ir à festa do Bruno.- Murmuro
- Festa do Bruno ? Quem é Bruno ? E quando será essa festa? Talvez da pra mim ir
- Bruno é um carinha que eu peguei quando mais nova, você pegou e agora nossa amiga Rafaela o quer.- Gargalho.- Ele é um dos mais gostosos da escola, onde estudavamos quando morávamos no Brasil
- É? Bom saber.- Morde os lábios maliciosa
- Está de brincadeira né?.- A olha sério
- Depois falamos sobre isos Nathy.- Gargalho
- Não. Bem melhor.- Ri
- Vou te dizer depois as coisas que você fazia.- Ri.- Tambem te contar sobre nossos outros amigos e como era a escola
- Não pode ser agora? Meninos você pode nos dá licença ?
- É muita coisa.- Ri.- Teremos todas as férias pra eu te contar tudo e te ajudar a lembrar. Agora temos que ir, sua sogra quer te ver.- Falo rindo.
- Tudo bem.- Murmura.- Tchau, até amanhã.- Da um meio sorriso
Brenda P.O.V
- O que eu tenho doutor?.- Pergunto me ajeitando na cama
- Coisas boas senhora.- Sorri
- Boas? O que seria bom ao ponto de me fazer desmaiar ?
- Você será mamãe.- Sorri mexendo no panfleto
- O quê?.- Me engasgo com minhas próprias palavras. Isso só pode ser brincadeira. O quê? Isso é pior, pior do que ficar doente. Isso não pode estar acontecendo. E agora?.- Me diga que isso é mentira por favor.- O encaro desesperada
- Não é mentira senhora, você está com três semanas de gravides
- Isso deve ser um engano, eu não posso estar grávida.- Ponho a mão na cabeça. E agora? O que farei? Como contarei uma coisa dessa? Eu não posso fazer isso, não posso ter essa criança, é cedo, muito cedo. Não posso avançar desse modo agora. e meu futuro? Minha vida? Não, eu não posso fazer isso, eu tenho que dar um jeito.
- Não é engano senhora, temos exames
- Pode jogar esses exames fora? Não quero recebê-los.- Falo fria, não posso ver isso. Eu não quero isso. Meu Deus. Por quê eu fui tão burra,m
- Pode jogar esses exames fora? Não quero recebê-los.- Falo fria, não posso ver isso. Eu não quero isso. Meu Deus. Por quê eu fui tão burra?
- Não. Não podemos jogá-los fora.- Fala batendo com a caneta no panfleto
- Tudo bem mas não quero recebe-los. Já posso ir embora?.- Me ajeito na cama
- Não. Você precisa descansar um pouco e acho que pretende contar isso pra sua namorada
- Não. Você precisa descansar um pouco e acho que pretende contar isso pra seu namorado
- Pode chamá-lo por favor?.- Peço, eu não pretendo contar agora mas preciso conversar com alguem sem ser esse médico, eu queria mesmo ir embora. Espero que consiga logo
- Tudo bem.- Diz saindo dali
[...]
Como ele pôde fazer isso? Ficar irritado com isso? É minha decisão, é minha vida sendo destruída por um erro. Ele devia me apoiar, aceitar minhas escolhas, quando a pessoa ama a outra faz isso. Mas não, quer fazer isso, ele quer complicar mais, meus pais nunca aceitariam. Eles me levariam de volta pra casa, mesmo assim ele insiste? Eu não quero essa criança, eu não posso ter essa criança. Mas pelo jeito terei que fazer isso sozinha, terei que me livrar dele sozinha, porque afinal. Tenho um namorado que não me apóia. Respiro fundo e volto a chorar, não gosto de brigar assim com ele, ele nunca falou nesse tom comigo, tambem dói ter que acabar com uma vida mas não tenho escolhas, isso vai contra o que aprendi, vai contra as leis mas eu sinto que não posso fazer isso, não sou boa o bastante pra ter uma criança nessa idade, talvez daqui a uns anos mas não agora. Limpo minhas lagrimas, eu não posso e não vou chorar, mas eu tenho medo, tenho medo de ser abandonada por essa decisão. Espero um dia ser perdoada, não sofrer algum tipo de castigo do destino por cometer isso, mas é o necessário, é o que preciso agora.
- Já recebeu alta.- Fala o Zayn entrando no quarto sério
- OK.- Limpo meu olho e me sento, faço um coque em meu cabelo e me levanto.- Meus pais ainda estão aqui?
- Todos ainda estão
- Tudo bem. Acho que vou embora descansar, amanhã venho ver a Nathy. Se quiser pode ficar.- Dou de ombros
- Todos vão pra casa, menos o Justin e antes que vamos embora você precisa comer
- Eu não preciso comer.- Murmuro.- Só preciso ir embora
- Sim você precisa e não iremos discutir novamente
- Não estou com fome, quando sentir fome eu como.
- Não, você vai comer agora e fim de papo
- Você não manda em mim.- Reviro os olhos
- Você vai comer sim, ou quer que eu conte aos seus pais que está grávida e quer abortar?.- Me encara sério
- Você vai comer sim, ou quer que eu conte aos seus pais que está grávida e quer abortar?.- Me encara sério
- Agora tudo o que eu fizer irá jogar na cara? Antes eu não tivesse contado.- Murmuro
- Você vai comer é para o seu bem e do nosso bebê.- Sorri se aproximando e alisando minha barriga em seguida
- Por favor não faz isso.- Murmuro o olhando, ele quer tornar mais difícil mas não pretendo mudar de ideia.
- Já fiz.- Sorri.- Quero que você saia logo dai.- Sorri beijando minha barriga
- Não Zayn, não faz isso. Não quero que crie esperanças.- Murmuro o encarando
- Já criei e agora é tarde demais. Vamos? Você precisa comer?.- Se levanta
- Isso é um erro.- Murmuro.- Ok.- Me rendo
- Um erro que já foi cometido e não podemos mudar, o que quer comer.- Passa seu braço ao redor do meu ombro
- Podemos sim mudar. Uma salada se frutas.- Murmuro
- Não. Não podemos, já fizemos.- Trava o maxilar.- Só isso? Depois ficará com fome
- Sim, nós podemos. E sim, só isso. Ainda me sinto enjoada
- Eu já disse que não e não quero mais discutir. Ok.- Diz me puxando para a lanchonete do hospital.- Quer uma água também ?
- Por favor.- Sorrio sem mostrar os dentes
- Não demoro.- Beija minha testa e indo até a lanchonete.. Depois de alguns minutos o Zayn volta com duas águas minerais e uma salada de fruta
- Aqui está.- Diz colocando a bandeja em cima da mesa
- Obrigada.- Dou um meio sorriso e começo a comer devagar
- Nada. Amanhã que horas pretende vir?.- Pergunta me encarando
- Acho que depois do almoço, pretendo dormir mais um pouco.
- Ok. Quero que se cuide direito, se agasalhar aqui está muito frio e não quero que fique doente
- Se eu sentir frio visto um casaco.- Dou de ombros
- Não. Você vai usar, aqui está com tempo de chuva e está chegando dias de neve, então quero que se agasalhe
- Como eu disse, se eu sentir frio eu uso
- Você vai usar, precisa de cuidados especiais.- Diz bebendo a água
- Não preciso, isso já vai acabar.- Murmuro
- O que quer dizer com isso?.- Pergunta me encarando sério
- Você sabe o que quero dizer.- Falo sem olhá-lo, continuando a comer minha salada de frutas. Ele não pode me convencer, isso é pro meu bem
- Você não fará isso.- Me olha irritado.- Pensei que já tinha mudado de ideia sobre isso
- Não pretendo mudar de ideia.- Murmuro
- Não quer me irritar não é ? Não quer acabar o que temos por seus caprichos idiotas, não é mesmo?.- Me encara ele estava vermelho de raiva, seus olhos pingavam a fogo
- Não quero discutir sobre isso novamente.- Murmuro
- E eu quero que tire essa ideia estupida da cabeça
- Você não pode me impedir.- Murmuro
- Sim eu posso e vou fazer, Brenda eu juro que se você tirar essa criança.- Respira.-Eu juro pra você que deletarei você da minha vida.- Diz irritado
- Isso só me mostra que não me ama o suficiente e que fiz a escolha errada.- Falo o encarando séria. Isso não se diz, ele não pode me dizer isso, eu tenho minhas escolhas e ele deveria me apoiar, eu que irei sofrer com isso tudo. Não ele
- E eu me enganei pensando que estava amando a pessoa certa, irônico não ?.- Ri sem humor
- Por que não tenta se pôr no meu lugar? Talvez me entenderia. É, pelo jeito amamos as pessoas erradas.- Murmuro.- Eu não quero brigar, podemos falar sobre outra coisa?.- Respiro fundo
- E você já tentou pelo menos tentar me entender e parar de ser idiota o suficiente pra fazer essa besteira que se arrependerá pelo resto da sua vida?
- Eu não quero ter que enfrentar meus pais, nem os seus. Também não quero enfrentar seus fãs podendo ter evitado, não quero parar minha vida. E se der errado? Eu tenho medo, isso só vai nos prejudicar. Tente entender
- Fui mulher o suficiente pra fazer mas quando tem responsabilidade corre?.- Ri irônico.- Que se foda todos Brenda, o que me importa agora é o nosso filho
- Não quero mais falar sobre isso
- Está fugindo.- Revira os olhos
- Eu só não quero brigar e esse assunto nos faz brigar.- Bebo minha água
- Então tire essa sua ideia estupida
- Vamos esquecer isso por enquanto. OK? Depois decidimos isso
- Tudo bem.- Diz voltando a beber sua água
[...]
- Quer tomar um banho?.- Pergunta o Zayn após sair do banheiro
- Uhum.- Me levanto e pego uma roupa na mala.- Não demoro.- Falo indo pro banheiro, fecho a porta e me dispo, entro na agua quente e a deixo cair sobre o meu corpo, essa água está boa e precisava disso, tirar todo o peso das últimas horas que me atormentava tanto. Aproveito pra pensar, será que tirar essa criança é o certo? Eu sei que não, sei que é errado. Será que vou me arrepender depois? Mas e se eu deixa-la viver? Não será pior? Pais ausentes não seria pior ? Não, nada é pior do que a morte. Mas eu preciso fazer isso, eu admito, eu fujo, estou fugindo das minhas responsabilidades mas não sei se consigo lidar com a situação, não sei se sou capaz de lidar com isso tudo. Deixo lagrimas caírem, por quê tão difícil tomar a decisão certa? Deixo a água cair por meus cabelos e limpar as lagrimas do meu rosto, fico ali por longos minutos, minutos de desabafos sozinha, eu precisava eliminar essas lagrimas, elas estavam me sufocando. Ao terminar o banho me seco e me visto, escovo os dentes e penteio os cabelos. Volto pro quarto e ele se encontrava pensativo, prefiro não falar nada agora, não quero mais brigas, isso já está me cansando. Subo na cama e me deito, vou tentar dormir, preciso dormir, preciso de um pouco de descanso
- Boa noite.- Sussurra passando a pão pela minha cintura e em seguida dá um beijo em meu ombro
- Boa noite.- Sussurro fechando os olhos
- Se acordar primeiro me acorda ok?.- Diz pousando seu queixo em minha cabeça
- Tudo bem. Durma bem.- Falo me ajeitando e puxando o cobertor até a altura de meu pescoço
- Eu te amo ok?.- Sussurra
- Eu também te amo.- Respiro
- Ok.- Sorri.- Agora durma, quero você descansada amanhã
- Tudo bem, até amanhã.- Ele faz cafuné em mim me fazendo fechar os meus olhos e apenas sentir o seu toque, o seu toque estava me acalmando e eu apenas aproveitava, penso um pouco até que eu apago
[...]
- Amor, acorda o almoço já está pronto.- O Zayn alisa o meu braço
- Oi.- Abro os olhos e o encaro, por incrível que parecia eu dormi bem, me sinto descansada.- Vou tomar um banho antes.- Murmuro me sentando
- Ok. Te espero lá em baixo.- Beija minha testa- Ok.- Dou um meio sorriso, ele sai dali e me levanto. Caminho até as malas e pego minha roupa, entro no banheiro e tomo meu banho, me visto, escovo os dentes e penteio os cabelos. Desço as escadas e entro na sala de jantar.- Boa tarde.- Dou um meio sorriso
- Boa tarde, dormiu bem?.- Pergunta o meu pai
- Uhum e o senhor?.- Pergunto me sentando
- Dormi bem.- Sorri
- Vamos comer gente ? Eu quero ver minha irmã e minha sobrinha
- Tudo bem.- Ri. Todos começamos a comer, eu estava com bastante fome, ontem não comi direito e tudo se acumulou, após comer tomo meu suco. Quando todos terminam comemos a sobremesa, eu já não aguentava mais então resolvi parar por aí.
- É agora que vamos ao hospital mãe?.- Pergunta a Duda a olhando
- Vamos. Vai escovar os dentes.- Sorri
- OK.- Pula da cadeira e sai correndo
- Eu também vou escovar os dentes. Não demoro.- Dou um meio sorriso e me levanto
- Eu também vou.- Diz o Zayn se levantando.- Vamos amor?
- Vamos.- Subimos as escadas e entramos no quarto, escovo meus dentes e o espero no quarto.
- Estou pronto.- Mexe no cabelo
- Então vamos.- Ele entrelaça nossas mãos e desse às escadas
- Prontos?.- Pergunta a tia Monica
- Sim.- Dou um meio sorriso
- Então vamos.- Sorri, saímos dali e entramos no carro
- Querido hoje eu fico com a Natalia e amanhã pode ser você, ok?
- Tudo bem.- Da um meio sorriso
- Tem notícias dela?
- Não, sem nenhum progresso por enquanto.
- Espero que ela esteja melhor
- Ela vai estar.- Fala a Pattie.- É só termos fé.- Dá um meio sorriso
- Por que não vamos logo? Eu quero vê-la, ontem não me permitiram entrar.- Murmuro
- Sò estou esperando as crianças.- Diz o tio Clemir
- Ok.- Me sento
- Vamos pai?.- A Duda aparece e pega sua mão
[...]
- Boa tarde.- Diz a recepcionista sorriso
- Boa tarde. Viemos ver nossa filha, a Natália.- Dá um meio sorriso
- Natalia de que senhor?.- Pergunta mexendo no computador
- Albuquerque Mariush
- Aqui está, só espera alguns minutos o horário de visita ainda não começou
- Tudo bem, obrigada.- Da um meio sorriso
- Nada.- Sorri.- O que nos resta é esperar, temos cinco minutos eu acho.- Diz olhando pro relógio
- Vou me sentar. Quando der a hora me avisem?.- Os encaro
- Vou me sentar. Quando der a hora me avisem?.- Os encaro
- Alguém deve vir nos avisar.- Ri o Zayn se sentando
- É.- Ri e deito a cabeça em seu ombro.- Depois temos que conversar.- Falo brincando com o anel de seu dedo
- Não pode ser agora?.- Sussurra
- Não, eu acho melhor quando estivermos em casa
- É sobre o que?.- Sorri
- Nós.- Sussurro
- Nós? É algo bom ou ruim ?
- Ainda não tenho uma classificação pra isso.- Ri pelo nariz.- Depende do rumo da conversa
- Opa! É o que estou pensando.- Sussurra malicioso
- Idiota.- Ri.- Não, não é o que está pensando.- Ri pelo nariz
- Então é o que?.- Faz biquinho
- Você vai saber depois.- Ri
- Poxa. Serio isso amor?
- Uhum, muito sério.- Ri e beijo sua bochecha
- Sua ruim.- Faz biquinho
- Eu não sou ruim, só não estamos em um lugar apropriado pra conversar
- Tudo bem. Quando chegarmos em casa conversamos
- Obrigada.- Dou um meio sorriso
- Brenda, vamos entrar agora. Depois de nós vocês vão. OK?
- Tudo bem, boa sorte.- Dou um meio sorriso
- Obrigada.- Sorri e saem dali
- Estou curioso amor.- Resmunga
- Eu sei que está.- Ri.- Mas pode esperar
- Não. Eu não consigo
- Claro que consegue, faça um esforço.- Ri
- Falta muito ainda amor, não me torture
- Não quero decidir minha vida em um hospital.- Murmuro
- É sobre isso? Tudo bem! Eu consigo esperar até em casa
- Obrigada.- Dou um meio sorriso
- Eu que agradeço
[...]
- Sua vez.- Diz a tia Mônica sorrindo.- Só que não force muito, ela não lembra de nada
- Tudo bem.- Dou um meio sorriso.- Vira comigo?.- Olho pra ele
- Sim.- Se levanta
- Na próxima será eu e as crianças.- Diz a Pattie
- Tudo bem.- Sorrio,saímos dali e vamos em direção ao quarto. Bato levemente na porta e a abro em seguida.- Olá.- Dou um meio sorriso e entro
- Oi.- Me encara dando um sorriso de leve
- Como vai?.- Vou mais pra perto de sua cama
- Estou bem e você ?
- Estou bem.- Dou um meio sorriso.- Não se lembra mesmo? Nem de mim?.- Murmuro a encarando
- Não.- Murmura
- Que pena.- Murmuro.- Mas vai lembra, vamos passar um tempo juntas. Ficarei uns dias no Brasil, e como somos vizinhas, irei te apurrinhar todos os dias.- Falo rindo
- Então você é a Brenda?.- Ri
- Olha, ela sabe meu nome.- Ri.- Sim, sou.- Sorrio
- O Justin me disse.- Ri
- Imaginei.- Gargalho.- Nunca mais me mate de susto assim, sabia que passei mal pensando que você morreria?.- Murmuro
- Me ama demais né ?.- Gargalha.- Brincadeira. Mas já está melhor ?
- Sempre convencida.- Ri - Sim, já estou.- Dou um meio sorriso.- E minha afilhada. Como vai?
- Ela esta ótima e linda como o pai.- Justin fala rindo
- Então ela nasceu feia? Já se olhou no espelho?.- Gargalha o Zayn
- Nasceu mais bonita que você.- Da lingua pra ele.- Já e sou lindo.- Da se ombros
- Vish! O espelho mente Justin.- Gargalha
-Deve ser por isso que você vive na frente dele
- Deve ser por isso que você vive na frente dele.- Ri
- Não preciso de espelho pra dizer que sou bonito, já tenho pessoas para me dizerem isso.- Da de ombros.- E fiquei sabendo que até a sua namorada me achava bonito.- Pisca pra ele
- Se for por dizerem ser bonito, também tenho pessoas que dizem isso de mim.- Da de ombros.- Sua namorada também me achava bonito. E? Isso não interfere
- Não acredito que vão discutir por isso.- Gargalho
- As revistas dizem isso, agora você? O Problemático.- Ri
- E você o maconheiro viciado em cigarros.- Gargalha
- Chega né.- Murmuro
- E você o maconheiro que come a bunda dos companheiros de banda.- Gargalha
- Chega né.- Murmuro
- Não acredito que vão discutir por isso.- Gargalho
- E você que adora os negões, duvido se você não da pra eles.- Gargalha
- Se continuarem discutindo eu juro que levanto dessa cama e tiro os dois daqui
- Não não. Dessa Bundinha aqui só sai merda, não entra nada.- Ri.- Já da sua, deve ser arrombada de tanto que comem essa Bundinha de pombo.- Gargalha.- OK Amor, parei
- Chega Zayn, não reponde.- Falo séria
- Bieber você com essa cara ai de viado que da o cu pros negões, só anda do lado deles.- Gargalha
- Eu já falei pra parar.- Falo irritada.- Parecem duas crianças
- Ele que começou.- Murmura o Justin.- Só por isso, quando você tiver filhos. Vão nascer todos feios, com orelha de dumbo igual a sua.
- Justin.- O repreende.- Não serei obrigada atirar os dois daqui não é ?.- Revira os olhos.- Eles são sempre assim Brenda?.- Pergumtar encarando
- Hoje estão piores.- Murmuro.- Se acordarem a Sophie, vão ter que se virar pra fazê-la dormir.- Os encaro séria
- É só cantar pra ela,ela adora minha voz.- Fala rindo
- Convencido.- Revira os olhos
- Não posso fazer nada se minha voz causa esse efeito até na minha filha.- Ri
- Não sei quem é pior.- Murmuro
- Saiem os dois do quarto.- Fala a Nathy seria
- Por que ? Eu fico quieto.- Mumura o Zayn
- Vou ficar quieto, prometo.- Fala balançando a Sophie em seu braço
- Eu quero segurá-la.- Falo o olhando
- Só se disser que sou lindo.- Gargalha
-Nada disso.- Diz o Zayn serio
- Da logo a Sophie pra ela Justin, não quero vocês discutindo de novo, me da dor de cabeça
- Primeiro diz que sou lindo
- Me dá logo essa menina.- Murmuro.
- Toma.- Gargalha e a me da com cuidado.- Agora fala que sou lindo.- Fala no meu ouvido me fazendo rir
- OK cunhado lindo agora senta.- Falo baixo e Gargalho em seguida, logo voltando minha atenção pra aquela menininha adorável nos meus braços. Ela é tão fofa, isso me faz pensar no meu filho. Será que com ele seria assim? Eu o veria assim? Acho que não posso fazer isso, nunca tê-lo em meus braços como ela. Beijo sua testa, ela é realmente fofa, se fosse maior estaria a apertando agora
- Não acredito que disse isso.- Diz emburrado se sentando no sofá
- Ai amor para de drama.- Ri pelo nariz
- Para de drama? Você deu a ele o que ele queria.- Revira os olhos
- Também faço isso com você então não reclame.- Murmuro
- Não posso fazer nada se sua namodada me acha lindo.- Gargalha
- Ai.- Revira os olhos
- Nathy sua filha é uma Fofura.- Sorrio fazendo carinho em seu rosto
- Eu sei. Obrigada.- Ri
- Nada.- Ri
- Depois quero segurá-la.- Diz o Zayn
- Tudo bem.- Ri.- Então, eles te disseram algo? Se vai conseguir lembrar das coisas?
- Disseram que é passageira e em alguns dias eu recuperarei a memória
- Que bom.- Sorrio.- É muito ruim ter uma melhor amiga com amnésia.- Gargalho. - Amor vem pegá-la, daqui a pouco teremos que ir pra Pattie entrar com as criamças
- Que bom.- Sorrio.- É muito ruim ter uma melhor amiga com amnésia.- Gargalho. - Amor vem pegá-la, daqui a pouco teremos que ir pra Pattie entrar com as crianças
- Ok.- Sorri e se levanta e pega a soph com cuidado dos meus braços
- Imagino.- Ri
- Que pena que fez uma cesariana, pensei que conseguiriamos ir à festa do Bruno.- Murmuro
- Festa do Bruno ? Quem é Bruno ? E quando será essa festa? Talvez da pra mim ir
- Bruno é um carinha que eu peguei quando mais nova, você pegou e agora nossa amiga Rafaela o quer.- Gargalho.- Ele é um dos mais gostosos da escola, onde estudavamos quando morávamos no Brasil
- É? Bom saber.- Morde os lábios maliciosa
- Está de brincadeira né?.- A olha sério
- Depois falamos sobre isos Nathy.- Gargalho
- Não. Bem melhor.- Ri
- Vou te dizer depois as coisas que você fazia.- Ri.- Tambem te contar sobre nossos outros amigos e como era a escola
- Não pode ser agora? Meninos você pode nos dá licença ?
- É muita coisa.- Ri.- Teremos todas as férias pra eu te contar tudo e te ajudar a lembrar. Agora temos que ir, sua sogra quer te ver.- Falo rindo.
- Tudo bem.- Murmura.- Tchau, até amanhã.- Da um meio sorriso- Tchau.- Ri.- Tchau Justin
- Tchau Bre.- Sorri
- Tchau Nathy, sua filha é adorável.- Sorri lhe entregando a Soph
- Puxou o pai né.- Gargalha o Justin
- Tchau, obrigada.- Sorrio
- Puxou o pai né.- Gargalha o Justin
- Tchau, obrigada.- Sorri
- Não irei perder meu tempo discutindo com você.- Da de ombros
- Então já vamos, tchau.- Ri
- Tchau.- Respondem em coro, sorri e saímos dali
- Ainda não acredito que você disse isso pra ele
- Ai Zayn, não vai querer brigar por isso né?.- Bufo
- Você falou que ele era bonito
- Mas ele é.- Ri
- Tudo bem.- Diz serio
- Não vai ficar emburrado por isso né?.- O encaro rindo, ele me ignora e põe suas mãos em sua calça
- Ai Zayn para com isso.- Reviro os olhos.- Estava todo mundo brincando agora vai sobre pra mim?.- O encaro incrédula, ele começa a andar na frente indo até a lanchonete e pedi uma água, ele começa a andar na frente indo até a lanchonete e pede uma água. Reviro os olhos e volto pra sala de espera, não estou afim de me estressar
- Como foi conversar com ela?
- Foi bom, tirando o fato dela não lembrar de nada, ela está aceitando tudo o que dizem, sem resistir
- Já vai passar.- Sorri a mãe da Nathy
- Ela disse que só vai durar uns dias. É mesmo? Ela já volta a lembrar?
- Sim. Algumas semanas eu acho, vai dar tudo certo
- Sim.- Sorrio
- Cadê seu namorado?.- Pergunta me encarando
- Foi comprar água.- Dou de ombros.- Já estamos indo?
- Falta só o Chris sair do quarto e já vamos, acho que já acabou o horário de visita
- Tudo bem
[...]
- Vamos?.- Pergunta o tio Clemir me encarando
- Vamos.- Dou um meio sorriso e me levanto
- Foi comprar água
- Foi comprar água.- Dou de ombros, saímos do hospital e andamos até o carro, cada um foi para um carro...
Chegando em casa todos se jogaram no sofá
- Agora podemos conversar ?.- Pergunta o Zayn me encarando
- OK, vamos subir.- Me levanto
- Ok.- Se levanta e sobe as escadas.- Diga
- Primeiro uma pergunta. Ainda está irritado? Porque se estiver não tem como dizer isso.- Falo o encarando
- Ficarei se ficar me enrolando
- Tudo bem.- Respiro fundo.- Eu estive pensando, pensei melhor no que fazer e nas minhas decisões. E bem, quando segurei a Sophie fiquei pensando, pensando no bebê. Eu percebi que não conseguiria viver sabendo que nunca poderei vê-lo ou tocá-lo. Então decidi, eu vou ter essa criança Zayn.- O encaro.- Não conseguiria viver com essa culpa, e com a possibilidade de nunca vê-lo.- Suspiro.
- Você está falando sério ?.- Sorri
- Uhum.- Dou um meio sorriso.- Me desculpe por ter dito aquelas coisas, eu não queria aceitar, foi difícil pra mim.- Murmuro.- Não queria ter o chamado de coisa.- Falo me sentindo um pouco culpada.- Eu não tinha que ter pensado em fazer isso, ele é parte de mim. Seria como estar cortando uma parte da minha pele.- Murmuro
- Uhum.- Dou um meio sorriso.- Me desculpe por ter dito aquelas coisas, eu não queria aceitar, foi difícil pra mim.- Murmuro.- Não queria ter o chamado de coisa.- Falo me sentindo um pouco culpada.- Eu não tinha que ter pensado em fazer isso, ele é parte de mim. Seria como estar arrancando uma parte do meu corpo.- Murmuro
- Obrigado, obrigado.- Sorri me abraçando apertado ee enchendo de beijinhos
- Eu que agradeço.- Ri e retribuo o abraço.- Obrigada por ter me feito pensar e mudar de ideia.- O encaro.- Eu me arrependeria por isso
- Eu que agradeço.- Ri e retribuo o abraço.- Obrigada por ter me feito pensar e mudar de ideia.- O encaro.- Eu me arrependeria se fizesse essa besteira
- Ainda bem que pensou melhor, eu não me perdoaria se você fizesse isso.- Da um meio sorriso
- Agora temos que pensar como contar para os meus pais.- Murmuro
- Vamos esperar quando a Natalia chegar, acho que todos vão estar de bom humor e terá menos problemas para pensarem
- Tudo bem.- Dou um meio sorriso
- Quero que todos saibam logo.- Sorri.- Mas os fãs teram que saber quando você estiver com dois meses tudo bem?
- Tudo bem. Eles ainda nem sabem que estamos juntos.- Ri.- É melhor esperar mais de dois meses
- Eu vou contar no natal
- Tudo bem.- Respiro.- Estou com medo do que meus pais dirão. E se eles me fizerem voltar pra casa?.- Murmuro
- Eles não vão tirar você de mim.- Da de ombros.- Você é minha agora.- Ri
- Não, me da logo ela Christian. Ou quer que eu vá aí buscar?
- Eu espero.- Murmuro.- Você diz isso porque não conhece meu pai.- Resmungo
- Casamos.- Da de ombros.- Já queria casar antes
- É muito cedo.- Murmuro.- Ainda sou nova pra isso
- Não me importo, se for pra não te tirarem de mim casaria com você.- Sorri me roubando um selinho
- Eu sei, mas é uma coisa muito séria, nos conhecemos há muito pouco tempo.- Murmuro.- É melhor irmos com calma, ele vai ter que aceitar. Não tem como mudar mais isso
- Mas não quero que você more no Brasil e comigo você ficará mais segura do que morando sozinha
- Daremos um jeito.- Murmuro.- Agora esquece isso
- Não. Eu quero casar com você
- E irá, daqui a uns anos.
- Eu quero agora, sem anos
- Agora não dá amor.- Murmuro.- Vamos com calma OK? Acabamos de começar a namorar.
- Poxa.- Faz voz de choro
- Sem vozes de choro.- Ri e lhe selo
- Mas eu quero casar com você logo.- Murmura
- Não força, já tivemos muito avanço nesses últimos tempos.
- Não ligo, prometo que pato de avançar.- Ri
- Obrigada.- Murmuro
- Não ligo, prometo que paro de avançar.- Ri
- É claro que quando se casar comigo.- Ri
- Obrigada.- Murmuro.- Isso vai demorar.- Ri pelo nariz
- É por que você quer.- Me puxa para o seu colo
- Só não quero tomar decisões precipitadas
- Essa você não se arrepende.- Sorri e beija meu pescoço
- Eu só quero ir com calma, apenas isso.- Murmuro
- Mas eu não aguento mais esperar.- Resmunga
- Claro que aguenta, nem está esperando tanto tempo.- Ri pelo nariz
- Estou sim.- Murmura pondo seu queixo em cima de seu ombro
- Não está não.- Ri.- Só estamos juntos a pouco menos de dois meses. Isso não é muito tempo.- Ri
- Foi por que quis lembra? Mas não vou esperar por muito tempo
- Foi por que quis lembra? Mas não vou esperar por muito tempo
- Porque foi necessário.- Murmuro.- Só espera eu ficar um pouco mais velha, ainda sou nova pra isso.
- No dia do seu aniversário ficaremos noivos e marcaremos o casamento
- Não, meu aniversário está perto demais.- Murmuro
- Só noivarmos amor, para
- Ai Zayn.- Resmungo.
- Nada de ai Zayn, não comece
- Você é muito mandão.- Murmuro.- Eu tenho direito de escolha.- Faço bico
- Já escolheu.- Ri mordendo meu bico
- Escolhi? Não sei quando
- Você não disse não.- Da de ombros.- E como também não disse sim, vou levar sua resposta como sim
- Eu falei pra esperar mais, então isso não é um sim.- Murmuro
- Não. Você disse " Ai Zayn.".- Imita minha voz
- Chato.- Bufo
- Que você ama
- Continua chato.- Ri.
- O importante é que me ama.- Sorri
- Espero que essa criança não seja chata assim, dois chatos não dá.- Ri
- Três com você.- Ri
- Não sou chata.
- É sim. Minha chata.- Morde meu ombro
- Posso ser chata, mas você é mais
- Impossível
- Não é não.- Murmuro.
- É sim
- Vamos descer? Preciso comer antes de dormir, e acho que o jantar já deve estar ficando pronto.
- Ok. Vem.- Sorri me tirando de seu colo e se levantando em seguida, ele entrelaça nossas mãos e descemos juntos
- O que é de comida?.- Pergunto
- Macarronada.- Diz meu pai
- Ótimo.- Sorrio
- Vamos comer?.- Pergunta a Pattie secando as mãos
- Vamos.- Respondem em coro, todos se sentam à mesa e não demoram a começar a comer
- Brenda você não nos disse qual faculdade frequentaria.- Diz a Pattie
- Psicologia.- Dou um meio sorriso
- Boa escolha.- Sorri
- Obrigada.- Dou um meio sorriso
- Então, vira conosco ao Brasil mesmo?.- Meu pai me encara
- Sim.- Sorrio.- Quero aproveitar antes das aulas começarem
- Isso é bom, da pra aproveitarmos nossa filha direito.- Diz minha mãe
- Sim.- Sorrio.- Terão mais de 15 dias com a chata aqui.- Ri
- Ninguém merece.- Murmura sara rindo
- Vai ter que me aturar Maninha.- Falo rindo
- Não. Eu não quero, volta pra Londres
- Não, só por isso ficarei mais tempo.- Dou lingua
- Vou orar pra Deus te tirar o mais rápido possível de lá de casa.- Ri
- Olha que ele pode te escutar ein.- Murmuro
- Mas essa é a intenção
- Nossa, depois vai ficar chorando sentindo minha falta
- Teu sonho irmãzinha
- Não é não.- Ri
- Sim. Sabemos que sim mana
- Chega, não vou discutir.- Dou de ombros voltando a comer
- Sabe que ganhei.- Ri
- Não ganhou, só não quero perder meu tempo.- Dou de ombros
- Sei.- Ri se levantando
- Onde vai?- Meu pai pergunta a olhando
- Pro quarto, já comi
- OK. Já vai dormir?
- Sim. Estou com sono.- Boceja
- Tudo bem. Boa noite
- Boa noite.- Diz lavando o que sujou e em seguida indo para o seu quarto
- Vou pro meu também, vou me distrair um pouco.- Diz o Chris
- Vai pra aonde?
- Vou pra uma boate, um amigo meu também veio passar as férias aqui e me chamou pra ir
- Tudo bem. Se cuide filho.
- Você também mãe.- Beija sua testa.- Boa noite gente.- Diz lavando o que sujou e secando sua mão no pano de prato
- Boa noite.- Respondem, ele da um meio sorriso e sobe em seguida
- Amanhã temos que ir ao mercado fazer compras
- Tudo bem. Vão precisar de companhia?.- Jeremy pergunta
- Só para nos buscar.- Responde a Sandi
- Tudo bem. É só me ligar que estarei lá.- Da um meio sorriso
- Ok. Alguém já comprou a roupa para o natal ?
- Eu já.- Ri
- Eu não.- Diz a Erin
- Não tive tempo ainda.- Responde a Sandi
- Então vamos juntas. Tudo bem? Mais alguem não comprou?
- Acho que não.- Ri
- A minha mãe ainda não comprou.- Diz a Duda
- Eu também não comprei, estava muito ansiosa com essa viagem.- Diz minha mãe
- Então vamos todas.- Sorri.- O dia das mulheres, vai ser legal.- Ri
- Adorei a ideia.- Diz a Pattie
- Então esta decidido. Amanhã pela manhã vamos.- Sorri
- Ok.- Dissemos todos em coro
- Amanhã o dia dos homens, alguém topa basquete?
- Eu topo.- Jeremy responde animado.
- Eu ate toparia, mas tenho que ver minha princesa.- Fala o Justin com os olhos brilhando
- Papai coruja.- Diz o tio clemir rindo
- Não consigo mais ficar longe dela.- Sorri, ele estava todo bobo, é lindo ver isso. Ele parece feliz com ela e isso é bom
- Gostou mesmo dela filho.- Ri seu pai
- Como não gostar pai? Não sabia que ela seria tão eu e ao mesmo tempo tão a mãe. Ela é nossa mistura perfeita.- Sorri
- Que fofo.- Ri pelo nariz.
- Esse não é meu filho.- Ri o jeremy
- Sou sim.- Ri.- O mesmo
- Sou sim.- Ri.- O próprio
- Acho que não hein.- Ri
- Então me abduziram e puseram outro no lugar
- Só pode.- Ri
- Pra ver o que uma criança pode fazer.- Falo rindo
- Ah para. Que homem não muda depois de ser pai?
- Tem homem que nunca mudam, agora você filho, está igual crianças quando vão ao parque de diversão, todo bobo
- Eu estou feliz. Não posso? Esperei por isso por muito tempo.- Murmura
- Vejo que minha filha escolheu bem. Está sendo um Otimo pai rapaz
- Pode. Tem todo o direito.- Ri levantando a mão em rendição
- Então pronto.- Da de ombros
- Gente eu já vou dormir.- Me levanto.- Boa noite.- Dou um meio sorriso e pego meu prato indo lavar
- Já ?.- Pergunta o Justin
- Vou subir com você amor
- Uhum, ainda não recuperei o sono.- Ri pelo nariz e seco as mãos.- OK. Vamos?
- Vamos.- Ele responde se levantando.- Boa noite
- Boa noite.- Respondem em coro, saímos dali e subimos as escadas indo pro quarto.
- Vou tomar um banho.- Falo indo pegar uma roupa na mala.- Não demoro
- Ok.- Se joga na cama
- OK.- Falo me jogando na cama e me cobrindo em seguida.. Depois de alguns minutos ele aparece com o cabelo molhado e bagunçando, sem camisa e com um moletom
- Demorei?
- Não.- Ri.- Por incrível que pareça
- Que bom. Chega pra lá.- Bate na minha bunda
- Está muito abusado ein.- Murmuro chegando pro lado
- Sempre fui assim e sei que você gosta
- Como pode ter tanta certeza?.- O encaro
- Que bom. Chega pra lá.- Bate na minha bunda
- Esta muito abusado.- Murmuro
- Sempre fui assim e sei que você gosta
- Como pode ter tanta certeza?.- O encaro
- Por que senão gostasse teria me batido
- Bom saber, agora farei isso.- Dou de ombros
- Não pois sei que você gosta.- Morde minha orelha
- Farei sim. Vai ver
- Eu não irei deixar.- Aperta minha bunda
- Ei, agora sou uma pessoa de respeito. Serei mãe, não pode mais fazer essas coisas.- Murmuro o encarando séria
- Não muda nada entre a gente, continuaremos transando.- Da de ombros
- Nada disso, só faremos isso depois que o bebê nascer.- Dou de ombros
- Não vai te prejudicar, então podemos fazer.- Morde meu ombro
- Pervertido.- Murmuro
- Nunca.- Ri
- Uhum, isso é o normal de garotos calmos
- Eu sou super calmo
- OK, é.- Dou de ombros
- OK, é.- Dou de ombros
- Eu sei que sou.- Ri
- Só estou concordando porque voce vai encher mas você não é calmo.- Ri
- Eu sou sim, para
- Não é não. Aceite amor.- Ri pelo nariz
- Sou sim
- Eu sou super clamo
- Não é e chega disso.- Murmuro
- Sim.- Bufa
- Boa noite.- Fecho os olhos
- Já vai dormir ?
- Uhum.- Murmuro
- Por quê?.- Faz beicinho
- Porque estou com sono.- Murmuro de olhos fechados
- Ok. Sua chata.- Resmunga me abraçando por trás
- Não sou chata.- Murmuro.- Voce que é, se fosse menos chato eu ficaria acordada.- Resmungo me ajeitando no travesseiro
- Eu não sou chato.- Faz voz de choro
- É sim.- Ri
- Não gostei.- Faz biquinho
- Você está muito dramático.- Ri pelo nariz e me viro de frente pra ele
- Você me chamou de chato.- Murmura
- Ai bebê mas você é.- Lhe selo.- Meu chatinho.- Ri pelo nariz
- Não sou.- Faz biquinho.- Me sela de novo e de novo ?.- Sorri
- Está carente amor?.- Ri pelo nariz e lhe encho de selinhos.- Mais?.- Ri e lhe selo
- Estou. Mais eu quero mais.- Ri
- Awn.- Ri.- Que menino carente.- Falo rindo e lhe dou mais selinhos, beijando a ponta de seu nariz por último e rindo em seguida
- Quero mais
- Que exigente.- Ri pelo nariz.- Não quero mais selinhos, agora quero um beijo decente do meu namorado. - Murmuro olhando pra sua boca.
- Opa. Adorei isso.- Sorri se deitando por cima de mim, ele puxa os meus lábios para si o sugando e logo pedindo passagem para língua me fazendo ceder, ele passa sua mão esquerda pelo o meu corpo, chupa os meus lábios e volta a retornar o beijo, o beijo cada vez ficava mais intenso me deixando com o corpo quente, ele morde os meus lábios e me sela.- Te amo pequena.- Sorri
- Eu também te amo.- Sorrio e mordo seu lábio.- Estava com saudade disso.- Sussurro
- Eu amo mais e eu também estava com saudades, so que estava irritado demais pra te beijar.- Ri
- Eu amo mais e eu sei que estava.- Ri pelo nariz.- Me desculpa, eu estava errada. Não podia ter dito aquelas coisas.- Murmuro o encarando
- Eu já te perdoei Babe.- Sussurra mordendo os meus lábios
- Obrigada.- Sussurro puxando seus lábios pra mim.- Prefiro te ver assim, de bom humor.- Ri pelo nariz e lhe selo
- Eu sei.- Ri me roubando um beijo rápido
- Que bom que sabe.- Ri pelo nariz e beijo o canto de sua boca
- Quer sair amanhã ? Quero conhecer Viena
- Tudo bem, parece legal.- Sorrio.- Quando voltarmos me leva ao hospital? Prometi à Nathy que a veria
- Ok. Pode deixar que eu te deixarei lá, ela deve estar com saudades
- Acho que não.- Ri.- Ela não lembra de mim.- Ri pelo nariz.- Mas eu disse que vou lhe contar histórias de quando eramos mais novas. Pra ver se a ajudo a lembrar
- Ela deve estar curiosa.- Ri
- E está.- Ri pelo nariz
- Como sabe fofoqueira?.- Ri
- Ela disse.- Ri.- E eu não sou fofoqueira
- É sim, minha fofoqueira.- Morde meu nariz
- Não sou.- Faço voz de choro
- É sim.- Ri
- Ah sou? OK.- Murmuro
- Sim. Para de draminha minha fofoqueira
- Não é drama. Então a fofoqueira vai dormir.- Murmuro fechando os olhos e me cobrindo
- Para amorzinho.- Ri
- Sai, não me chama de Amorzinho. Agora sou fofoqueira
- Para fofoqueira,não fique chateada
- Ainda me chama de novo. Que absurdo.- Falo revoltada
- Estou brincando amor.- Ri
- Então retire o que disse.- Murmuro
- Você não é fofoqueira.- Ri
- Obrigada.- Abro os olhos e dou um meio sorriso
- Olha só que namorada dramática que eu tenho
- Você também é.- Dou de ombros
- Não igual a você.- Ri pelo nariz
- Não mesmo, você é pior.- Ri
- Não vamos discutir, vamos dormir fofoqueira
- De novo?.- Bufo.- OK vamos.- Murmuro me virando de costas pra ele
- Ai que draminha.- Gargalha
- Boa noite.
- Para amor.- Ri
- Não, você é um implicante e agora eu que quero dormir.- Murmuro
- Chata.- O ignoro e puxo o cobertor o destapando e me enrolando nele em seguida
- Para amor, está frio sabia?.- Murmura puxando o cobertor de mim e nos cobrindo e se agarrando em mim para não destapa-lo de novo
- Esta com frio?.- Ri
- Estou sua má.- Murmuro
- Então pare de implicar senão eu te deixarei com frio.- Murmuro me virando pra ele e deitando a cabeça em seu braço, passando meus braços ao redor dele em seguida.- Me abraça, quero me esquentar também.- Murmuro
- Namorada esquentadinha.- Ri me apertando em seus braços
- Agora dorme, quero que fique lindo e sem maquiagem.- Gargalho
- Eu sou lindo por natureza
- Até com essa espinha aqui?.- Aperto a espinha de sua testa
- Ai. Doeu.- Faz bico.- Sim, sou lindo de qualquer jeito
- Dramático.- Selo seu bico.- Eu sei, mas descansado fica mais.- Ri pelo nariz
- Eu sou bonito cansada ou descansado
- Chega amor, seu orgulho me irrita.- Murmuro
- Você me põe pra baixo, tenho que ter pelo menos um orgulho
- Não ponho nada.- Murmuro
- Poe sim, chamou o Justin de bonito na minha frente
- Ainda nisso?.- Murmuro
- Claro, se eu chamasse sua amiga de linda você não iria gostar
- Ai amor, para com isso. Você também é lindo.- Murmuro
- Agora não aceito mais isso
- Como quiser.- Dou de ombros, ele vira pro lado e fecha os olhos
- Você não me deu meu boa noite.- Murmuro
- Boa noite
- Boa noite. Agora cadê o meu eu te amo?.- Murmuro
- Você não merece
- Mas eu quero.- Choramingo
- Problema é seu, pede ao Justin
- Não, eu quero que você diga.- O viro de frente pra mim.- Anda, fala.- Murmuro
- Não irei dizer, já disse.- Volta a ficar de costas pra mim
- Então eu não te deixo dormir.- Falo o virando de novo
- Veremos.- Diz fechando os olhos e pondo força pra mim não conseguir virá-lo de novo
- Isso não vale- Murmuro me descobrindo e sentando em cima dele.- Anda, não vai dormir.- Fico pulando
- Depois se eu ficar excitado não irá gostar.- Diz ainda de olhos fechados
- Você não vai agora anda, diga o que quero que te deixo dormir em paz.- Falo apertando suas bochechas
- Não irei dizer.- Murmura
- Então vou continuar te atentando.- Ri e pulo de novo.- Para de ser mau, diga. Ou prefere ficar acordado?.- Murmuro bagunçando seu cabelo
- Se eu ficar excitado não irei repetir novamente e irei fazer a força
- Me diga logo o que quero que te deixo em paz.- Murmuro impaciente
- Não irei, já mandei você pedir o Justin
- Não, eu queto escutar de você.- Murmuro.- Anda, fala.- Dou uma palmada em sua bunda e gargalho em seguida
- Não me obrigue a sair do quarto.- Diz sério
- Não, não vai me deixar sozinha.- Murmuro e o abraço.
- Então durma e pare de me encher.- Diz me empurrando processo
- OK. Amanhã não me acorde.- Murmuro me levantando e pegando outro cobertor, me deito no outro lado da cama e me cubro, fechando os olhos em seguida.
- Vou te acordar sim. Agora durma, boa noite.- Não o respondo e apenas fico pensando, tentando pegar no sono.
- Não vai me desejar boa noite?.- Murmura. Contínuo quieta
- Vai me ignorar ? Ok.- Da de ombros e fecha os olhos. Fico pensando até que apago.
[...]
- Acorda, vamos sair.- Diz o Zayn puxando o coberto de mim
- Não.- Murmuro tampando a cabeça com o cobertor
- Acorda, não vai querer que eu jogue água em você não é?
- Não, sai.- Murmuro
- Vou contar até cinco senão levantar tacarei água na sua cara
- Sai.- Murmuro tampando o rosto
- Um
- Se fizer isso eu termino com você.- Falo irritada
- Então levanta. Dois
- Não.- O empurro com o pé
- Três
- Não faça isso
- Quatro
- Sai Zayn, eu quero dormir
- Cinco.- Diz jogando água em cima de mim.- até espero lá embaixo e coloque para secar a roupa de cama senão vai dormir com ele molhado
- Porra Zayn.- Me levanto irritada.- Vai sair sozinho, não vou mais.- Vou pro banheiro.- E põe essa porra você.- Grito de lá
- Não mandei não levantar e senão sair comigo arranjo outra pessoa e você não gostará nenhum um pouco
- Arranje.- Dou de ombros e abro o chuveiro, me dispo e entro na água... Assim que termino o banho me visto, penteio o cabelo e faço um make leve, tiro a roupa de cama e desço
- Cade o Zayn ?.- Pergunto
- Saiu.- Diz minha irmã
- OK.- Dou de ombros. Não acredito que ele fez isso, ele está me testando, só pode. Pego uma maçã na mesa e subo de novo, ele quer isso? Ok, ele terá.Ele pensa que vou deixar por isso mesmo? Ele está enganado, ele não me conhece e terá vingança, ele não sabe o que o espera.
- Filha? Vai ver a Natalia hoje
- Vou sim. Vão agora?
- Vou sim. Vão agora?
- Sim. Queremos voltar mais cedo hoje
- Tudo bem. Então vamos.- Pego meu telefone e minha bolsa
- Vamos.- Diz saindo do quarto. Descemos as escadas e entramos no carro, em alguns minutos chegamos ao hospital.
- Bre? Você entra comigo ou vai depois?.- Pergunta a Cait me encarando
- Quer que eu entre com você?
- A Nathy pediu ontem
- Tudo bem, então vamos.
- Depois é vocês
- OK.- Saímos dali e entramos no quarto.- Oi.- Dou um meio sorriso
- Oi. Vocês vieram.- Sorri
- Sim.- Dou um meio sorriso.- Como vai?
- Bem e ai?
- Bem.- Sorrio sem mostrar os dentes
- Está bem mesmo? Sentam meninas
- Sim.- Dou um meio sorriso e me sento
- Não parece
- Mas estou.- Murmuro, até sem memoria ela me conhece? O que ela tem? Sensores?
- Está mentindo, diga o que aconteceu
- Não aconteceu nada.- Murmuro
- Jura? Por que eu não consigo acreditar?
- Por quê até sem memória me conhece?.- Bufo
- Da pra ver na sua cara, você não sabe atuar.- Gargalha
- Babaca.- Murmuro
- Diga logo
- Não é nada de mais, só tive um desentendimento com o Zayn.- Dou de ombros.- Nós não estamos nos entendendo muito bem nos últimos dias.- Murmuro
- Vai passar, só estão passando por isso
- Tomara.- Murmuro.
- Tenho certeza que vai, ele te ama
- Jeito estranho de amar esse
- Cada tem o seu jeito de demonstrar um amor
- Chega de falar disso. Não quero me estressar mais.- Murmuro
- Ok. Me contem mais sobre essa festa
- Não sei muito o que contar, só sei que terá essa festa e que a maioria do povo da nossa antiga escola irá
- Será que dia?
- No meio do mês. Acho que dia 20
- Então dá pra mim ir.- Sorrio
- Dá?.- Sorrio.- Vai ser legal.- Ri pelo nariz.- O ruim é que terei que ficar apenas olhando os gatinhos.- Bufo
- Eu não, terminarei com o Justin caso meu pai não mude de ideia
- Você ia terminar com ele!
- Você ia terminar com ele?
- Sim
- Não sente mais nada por ele?
- Não sente mais nada por ele?
- Eu sinto algo mais não quero vê-lo sofrer isso me machuca por dentro
- Você o ama.- Fala a Cait
- Não como ele, eu vejo ele sofrer isso machuca
- A memoria vai mas o amor não Nathy, você só não sabe ainda, mas o ama do mesmo jeito.
- Falou a mesma coisa que meu pai.- Bufa
- As vezes é porque estamos certo e você não quer aceitar isso
- Quero ver se tiver na minha situação
- Sei que é difícil mas só estamos tentando te ajudar
- Tudo bem! Mas já me resolvi com o Justin, estou disposta a lembrar dele.- Murmuro.- Tchau gatinhos.- Finjo voz de choro
- E vai, sei que consegue.- Ri pelo nariz.- Não muda nada.- Gargalho
- Os gatinhos ficaram todos pra mim.- Cait joga o cabelo e Ri
- Tomara, não posso perder os gatinhos aproveitar que estou sem memória.- Ri.- Que bom que não mudei. Caitlin você vai ficar sem pegar ninguém junto comigo, nada de esfregar na nossa cara que você pode e nós não
- Nada disso, vocês podem dar e beijar na boca. Eu não, por isso preciso de gostosos.- Ri
- Eu ainda não posso dar e nem beijar na boca, então me faça companhia
- Pode beijar na boca sim.- Murmura.- E até lá vai poder beijar, então é injusto
- Eu não vou beijar o Justin, não me sinto confortável quanta isso
- Namoro sem beijo?.- Ri.- Calma, até dia 20 vai se sentir
- Como sabe? Por enquanto que ele está se comportando irei continuar assim.- Dou de ombros.- Olha que fico sem beijar pra você me faz companhia na festa.- Ri
- Não quero, isso é injusto.- Murmura
- Não é.- Sorri.- É injusto Brenda ?
- Sim, muito injusto. Ficarei na seca quase um mês então você ficará junto.- Sorrio
- Não.- Faz bico
- Sim.- Sorri a Nathy
- Vocês são más.- Faz voz de choro
- Awn.- Falamos em coro
- Para de drama Cait, quando voltar pra Atlanta pega os meninos
- Mas eu quero os brasileiros.- Choraminga
- Deixa ela aproveitar.- Ri
- Então eu posso pega-los? Os garotos da sua escola, nossa. Que garotos.- Suspira
- Pode. Mas para, eu não posso ficar com ninguém.- Murmuro.- Não falhe que tem gatinhos
- Tudo bem.- Ri
- Também acho, isso é injusto comigo e com a Nathy.- Murmuro
- Obrigada.- Sorri
- Nada.- Sorri.- E agora? Do que falamos?
- Não sei.- Murmuro
- Nos diga, como é ser mãe.- Ri
- É uma coisa única, você se sente feliz por você ter feito aquilo e com certeza valeu a pena tudo o que aconteceu pra ela nascer bem
- Awn.- Sorri a Cait
- Deve ser bom.- Sorrio, será que me sentirei assim também? Isso não parece ruim. Na verdade parece bom, ter alguém de seu próprio sangue, uma parte de você nos braços.
- É bom.- Ri.- Deve ser melhor ainda quando você tem memória.- Ri pelo nariz
- É.- Ri.- Você terá, daqui a uns tempos.- Ri pelo nariz
- Tomara
- Você terá alta antes do Natal?
- O Justin vai tentar subornar eles pra mim sair amanhã.- Murmura
- Você deixou?.- Gargalho
- Sim. Quero sair daqui
- Wow, que avanço. Você nunca o deixa gastar.- Ri a Cait
- O Justin vai tentar subornar eles pra mim sair amanhã.- Murmuro
- É só por hoje.- Ri pelo nariz.- Tudo tem sua primeira vez
- É.- Ri.- Como se ele não gostasse, esse garoto adora gastar.- Gargalha
- Bom saber, só deixarei ele gastar hoje.- Ri
- Boa sorte.- Ri
- Boa sorte por que ? Ele é impulsivo?
- Com dinheiro? Digamos que sim.- Ri
- Terei que controla- lo?.- Murmura
- Um pouco.- Ri.- Ele não é muito mas as vezes exagera
- Então tenho que saber o momento que ele quer exagerar isso?
- Terei que controla- lo?.- Murmuro
- Sim.- Ri
- Vai demorar pra mim saber isso
- Não vai não, ele está se comportando. Acho que ainda está se sentindo culpado
- O que eu faço pra ele parar de sentir culpado? Já até aceitei as desculpas dele.- Murmura
- Na verdade nada, ele vai continuar se corroendo até ele mesmo se perdoar. Porque afinal, a culpa não foi dele. Ele só estava com medo
- Você conhece bem ele.- Ri.- Tentem conversar com ele gente.- Murmura
- Nos conhecemos desde pequenos.- Ri pelo nariz
- Ah sim.- Ri pelo nariz
- Vamos pro shopping amanhã ?
- Que horas?.- A encaro
- Não sei.- Murmura
- Então me avise que confirmo.- Dou um meio sorriso
- Tudo bem, mas seu pai deixou?.- Ri a Cait
- Só com cadeiras de rodas
- Melhor que nada.- Ei
- Melhor que nada.- Ri
- Quero conhecer esse shopping.- Ri.- Não me lembro direito
- Mas se lembra um pouco?
- Um pouco, só lembro que tem uma praça de alimentação e um cinema.- Gargalha
- Um pouco, só lembro que tem uma praça de alimentação e um cinema.- Gargalha
- Wow.- Gargalha
- Será que sua memória está voltando?
- Só das coisas boas do mundo.- Ri
- Lembra de como se faz sexo?.- Gargalho
- Idiota.- Gargalha.- Não
- Disso ela tem que lembrar, é tão bom.- Ri a Cait
- Que isso Cait?.- Gargalho.
- Deveria lembrar Nathy.- Fala maliciosa
- Gente.- Gargalha
- O quê? Não quer lembrar?.- Pergunta rindo
- Pare, eu não faço essas coisas e ainda não posso
- Mas fazia.- Gargalho
- Creio que não direto, sou santa
- Duvido. Devia ser arrombada amiga.- Gargalho
- UI, a Nathy ama dar.- Gargalha a Cait
- Pergunta ao Justin ele vai falar a verdade
- OK, sei que fazia.- Dou de ombros
- Vou perguntar a ele.- Murmura
- OK.- Ri.
- Nossa, que assunto.- Gargalha a Caitlin
- Só vocês mesmo.- Ri
- Vamos marcar uma festa do pijama?.- Pergunta a Nathy sorrindo
- Vamos. Quando?
- O dia que der pra você.- Diz a Cait
- Vocês que sabem. É só me dizerem
- Decidem vocês, por mim pode ser hoje, evitarei de dormir com o Justin
- Ele não vai te estuprar.- Gargalho.- Tudo bem, pode ser hoje.
- Não mais é estranho dormir com uma pessoa que você não lembra
- Você não lembra de ninguém aqui.- Gargalho
- Mas vocês são meninas, diferente, é constrangedor dormir com um menino que você não lembra
- Tudo bem, eu entendo. Então hoje dormiremos juntas
- Ok. Será quem tem um quarto sobrando ?.- Ri
- A casa é enorme, provavelmente tenha
- Vou perguntar ao Justin depois. Quero comer é, brigadeiro
- Vai dar dor de barriga na Sophie
- Não pode comer?.- Murmura
- Não, só coisas naturais.
- Não acredito
- É sério. Vai ter que aguentar amiga.- Ri
- Vou sofrer
- Eu sei.- Ri pelo nariz
- Vocês vão ficar sem comer comigo
- O Justin já fará isso por nós.- Da de ombros
- Não ficarei, gosto de comer besteiras.- Murmuro
- Acho que ele não vai aceitar, vocês são minhas amigas
- Claro que vai.- Ri
- Não consigo sobreviver sem besteiras
- Ótimos amigas
- Fique sem comer com ela Cait.- Falo rindo
- Duvido
- Isso ai amigas
- Quem tem que fazer isso é o Justin, foi ele que te engravidou
- Vocês vai precisar de mim, espera
- Posso te ajudar mas ficar sem comer já é outra história
- Sem comer chocolate, é bom que não engordam
- Não ligo de engordar se for com chocolate.- Ri
- Isso ai, espera
- Sem dramas.- Ri
- Olá.- Entra a enfermeira.- Senhoritas, o horário de visitas acabou
- Tudo bem. Tchau Nathy, até amanhã
- Até.- Sorri acenando. Saímos dali e pegamos um taxi, logo chegando em casa. Comemos algo e subo para tomar um banho, me deito e fecho os olhos. Preciso dormir um pouco pra descansar...
- Brenda chega pra lá.- Diz o Zayn me empurrando para o lado. Apenas murmuro algo baixo e chego para o lado, puxando o cobertor e fechando os olhos novamente, depois de alguns minutos ele respira indo e se vira para o outro lado. Tento dormir mas não dava, estava incomodada. Não gosto desse clima pesado, viemos pra nos divertir e não pra ficar desse jeito. Respiro fundo e resolvo falar.
- Por onde esteve?.- Me viro pra ele que ainda se encontrava de costas pra mim
- Fui fazer uma surpresa para as fãs
- Como foi?
- Foi bom. Tirei muitas fotos com elas e bom, conversei um pouco, gostei de passar im tempo com elas
- Elas precisavam disso. E que bom que se divertiu e elas também.- "Menos mal, pelo menos foi com as fãs".- Penso
- Só faltou você.- Da um meio sorriso
- É.- Dou um meio sorriso.- Está chateado comigo?.- Murmuro
- Não. Eu não estou.- Ri pelo nariz
- Que bom.- Respiro fundo.- Mas estava?
- Também não, só fiz esse drama pra você pensar que eu estava e puxar assunto.- Gargalha me puxando para seu braço
- Não era pra ter feito isso.- Murmura.- Me fez se sentir culpada a toa.- Bufo
- É por que te amo amor, você estava ficando irritada por algo que sabia que eu o faria
- Então fez isso só pra me dar uma lição?.- O encaro incrédula
- Sim.- Ri beijando minha testa
- Nunca mais faça isso.- Murmuro.- Já estava pensando em como seguir minha futura vida de solteira.- Ri
- Sério ? Nunca terminaria com você agora.- Ri.- Nunca
- Você diz isso porque não está de mal humor.- Murmuro.- Agora? Então quer dizer que depois terminaria?.- O encaro incrédula
- Nunca terminaria com você, eu te disse isso.- Morde meu nariz
- Ta entendi.- Ri.- Por quê adora me morde.- Ri
- Por que você é gostosa.- Ri
- Nossa.- Ri.- Você também é e nem por isso fico te mordendo.- Ri pelo nariz
- Eu não era magrelo?.- Sorri
- É um magrelo gostoso amor.- Gargalho
- Eu sei que sou.- Gargalha
- Que bom que sabe.- Sorrio
- Me ama?
- Não direi, ontem você não me disse.- Murmuro
- Tem certeza que não vai me dizer?.- Murmura
- Você me deve um então diga primeiro
- Eu te amo princesinha minha.- Sorri me selando
- Eu também te amo meu sapinho.- Ri pelo nariz e lhe roubo um selinho
- Eu não sou sapinho.- Resmuna
- É sim.- Ri.- Meu sapinho que virou príncipe.
- Não sou sapo.- Faz bico
- É sim, meu sapinho.- Ri e lhe selo
- Não.- Faz de choro
- Sim. Awn que bebê dramático.- Ri e aperto suas bochechas
- Não sou
- Claro que é e chega disso.- Murmuro
- Não eu não sou.- Resmunga
- É.- Ri.- É sim e pronto.
- Não sua macaca.- Murmura
- Chega. Que conversa chata.- Bufo
- Então não me chame de sapo
- Ta bom.- Murmuro.- Chatinho
- Que você ama.- Ri
- Continua sendo chato.- Murmuro
- Mas o importante é que me ama
- Mas ainda é chatinho.- Ri
- Mas o importante é que você me ama perereca.- Me da língua
- Vou voltar a te chamar de sapo ein.- Ri
- Só me vinguei.- Ri
- Está muito vingativo.- Murmuro
- Não murmure bebê.- Ri
- Você fica se vingando, isso é injusto.- Resmungo
- Awn, me desculpe minha resnungona.- Ro
- Então prometa não fazer mais isso
- Não fazer o que ?.- Se faz de desentendido
- Ficar se vingando.- Murnuro.- E pare de fingir que não entendeu.- Bufo
- Eu não te entendo amor
- Entende sim.- Bufo.- Seu fingido.
- Hãm?
- Vou dormir, boa noite.- Bufo virando pro outro lado
- A não amor.- Murmura me virando para encará-lo
- O quê?.- Murmuro
- Feio.- Dou língua e Cruzo os braços
- Que você ama.- Morde minha língua
- Continua sendo.- Murmuro
- Não me importo.- Ri
- Sei que não e chega disso. O que faremos amanhã?
- O que quer fazer? Pra onde você for em vou
- Eu não sei.- Ri.- Temos que pensar em algo porque de noite tenho festa do pijama com as meninas.- Sorrio
- Então acordaremos cedo amanhã, te levarei pra conhecer Viena, só voltará à noite
- OK. Então acho melhor dormimos.- Ri
- Já?.- Murmura passando sua perna pelas minhas e a prendendo nas suas
- Não quero ficar de mal humor por não dormir.- Ri.- Não quer que eu durma?.- Pergunto rindo
- Agora não, quero carinhos
- Está carente bebê?.- Ri pelo nariz começando a fazer cafuné nele
- Estou. De você, você me largou por causa da Natalia e se esqueceu que tem namorado.- Murmura fechados os olhos e alisando minha barriga
- Ai amor, eu quase não a vejo mais e nós dois moramos perto.- Murmuro
- Mas vai passar tempo com ela e me deixar no dia 25.- Resmunga
- Mas nós vamos sair amanhã. Não vamos?.- O encaro
- Vamos. Mas na rua não passo te beijar, apertar essa sua bunda gostoso.- Aperta minha vinda
- Vamos. Mas na rua não passo te beijar, apertar essa sua bunda gostosa.- Aperta minha bunda
- No dia 24 dormirei com você.- Ri.- Mas já marquei e você acabou de concordar.- Murmuro
- Eu sei e ficará acordada comigo.- Sorri
- Não vai me deixar dormir?.- Murmuro
- Não. Vou demorar pra te ver, já esqueceu ?
- Não, não esqueci.- Murmuro.
- Então ficará acordada comigo e amanhã cedo você vai sair comigo, só vai voltar a noite
- Tudo bem. Temos apenas 48 horas juntos.- Murmuro
- Eu sei. E temos que aproveitar.- Beija minha testa
- E vamos.- Ri pelo nariz
- Eu te amo.- Beija meu pescoço
- Eu também te amo.- Faço carinho em seu rosto e lhe selo em seguida
- Quanto me ama?
- Muito.- Lhe selo.- Muito.- Lhe selo.- E muito.- Ri pelo nariz e lhe selo
- Muito?.- Sorri fazendo biquinho para mim
- Uhum.- Confirmo com a cabeça e lhe dou outro selinho
- Quero ouvir dos seus lábios,- Diz soltando o ar em minha boca me atiçando
- Você já ouviu, muitas vezes.- Ri pelo nariz
- Mas quero escutar mais.- Murmura
- Eu te amo muito. Pronto, já disse
- Disse sem ter vontade.- Faz voz de choro
- Não disse não bebê.- Lhe selo.- Eu te amo muito, OK? Agora chega de draminha
- Disse sim.- Faz voz de criança magoada e chorando
- Você é um ótimo ator.- Gargalho
- Eu não estou brincando.- Sussurra passando suas mãos em seu nariz
- Ai amor, por quê esta assim?.- Aliso seu rosto.- Não fique assim. Eu te amo.- Lhe selo.
- Não quero te deixar
- É por isso? Nós nos veremos de novo, três semanas passam rápido. Vai ver.- Sussurro.- Não gosto de te ver assim.- Murmuro encostando minha testa na dele
- Tomara que passa, não vou aguentar por muito tempo
- Mas já temos que nos acostumar. Nosso relacionamento será assim, lembra?
- Não sei se você conseguir, mas vou tentar fazer de tudo pra te ver todo final de semana
- Tudo bem. Vamos dar um jeito. Agora não fica assim.- Beijo seu nariz.- OK?
- Ok.- Sorri.- Vamos dormir?.- Sussurra ainda de olhos fechados
- Vamos, boa noite.
- Te amo.- Sussurra me roubando um beijo rápido
- Eu também te amo.- Sussurro puxando mais o cobertor pra nos cobrir e fechando os olhos em seguida.
- Não quero te deixar
- É por isso? Nós nos veremos de novo, três semanas passam rápido. Vai ver.- Sussurro.- Não gosto de te ver assim.- Murmuro encostando minha testa na dele
- Tomara que passa, não vou aguentar por muito tempo
- Mas já temos que nos acostumar. Nosso relacionamento será assim, lembra?
- Não sei se você conseguir, mas vou tentar fazer de tudo pra te ver todo final de semana
- Tudo bem. Vamos dar um jeito. Agora não fica assim.- Beijo seu nariz.- OK?
- Ok.- Sorri.- Vamos dormir?.- Sussurra ainda de olhos fechados
- Vamos, boa noite.
- Te amo.- Sussurra me roubando um beijo rápido
- Eu também te amo.- Sussurro puxando mais o cobertor pra nos cobrir e fechando os olhos em seguida.
- Coloca o celular pra despertar as 09:00
- OK.- Falo pegando embaixo do travesseiro e pondo pra carregar. - Pronto.- Falo voltando a fechar os olhos
- OK.- Falo pegando embaixo do travesseiro e pondo pra carregar.- Pronto.- Falo voltando a fechar os olhos
- Boa noite.- Sussurra me apertando em seus braços
- Boa noite.- Sussurro. Fico pensando um pouco até que durmo
[...]
- Amor. Acorda.- Fala o Zayn beijando o meu ombro.- Acorda, temos que sair daqui cedo
- Bom dia.- Murmuro de olhos fechados e me espreguiçando em seguida
- Bom dia, vai se arrumar, estou te esperando para tomar o café da manhã
- Tudo bem.- Falo me sentando preguiçosamente e fazendo um coque em meu cabelo
- Não demora.- Beija minha testa e sai de la. Me levanto e vou até o closet, escolho uma roupa decente pra sair e vou para o banheiro, tomo um banho quente e relaxante... Quando termino escovo os dentes e tento deixar meu cabelo aceitável, me visto e faço um make leve pra tirar a cara de morta, saio do banheiro e pego meu telefone. Desço as escadas.
- Bom dia.- Falo entrando na cozinha
- Bom Dia. Vão pra onde ?.- Pergunta a Cait se sentando e comendo sua panqueca
- Conhecer a cidade.- Dou um meio sorriso e me sento, me servindo com um pouco de suco e ovos com bacon
- Vai chegar a tempo da festa do pijama né?.- Pergunta a Cait
- Festa do pijama ?.- Sorri a Pattie
- Sim.- Ri.- Chegarei e sim Pattie, festa do pijama.- Sorrio animada
- Nem me convidaram? Eu gosto também.- Ri
- Então esta convidada.- Sorrio.- Pode ir.- Ri pelo nariz
- E eu ?.- Fala a Erin e a tia Monica
- Todas podem.- Ri pelo nariz
- Ih, só vai dar velha.- Gargalha a Caitlin
- Eu não sou velha.- Murmura a Pattie
- Todas são.- Ri.- Olha. Nós organizamos tudo e vocês fazem as guloseimas. OK?
- Ok.- Ri a Pattie
[...]
- Está pronta.- Pergunta o Zayn guardando o seu celular no bolso
- Uhum. Vamos?
- Vamos. Qualquer coisa liguem para nossos celulares
- OK.- Respondem em coro
- Vem.- Fala o Zayn passando seus braços em volta de meus ombros.- Pra onde quer ir primeiro, Prater Viena ou Wien River?
- Ao Wien River.- Dou um meio sorriso
- Ao Prater Viena.- Dou um meio sorriso
- Então vamos pra lá.- Sorri me puxando para fora de casa, ele faz sinal para um táxi
[...]
- Em qual brinquedo que ir primeiro
- Na roda gigante
- Então vem, vamos comprar os ingressos
- OK.- Falo pegando sua mão, ele me arrasta até a cabine e comprar ingressos para todos os brinquedos... Primeiro fomos a roda gigante, depois fomos para o trem do terror... Depois que cansamos de ir nos brinquedos nos sentamos
- O que quer comer?.- Pergunta passando seu dedão em minhas mãos
- Um cachorro quente.- Dou um meio sorriso
- Refrigerante ? Coca?.- Pergunta me encarando
- Uhum.- Assenti
- Não demoro.- Beija minha testa e vai até a barraquinha de cachorro quente, depois de alguns minutos ele aparece com dois cachorros quentes e duas cocas.- Aqui está.- Me entrega um
- Obrigada.- Dou um meio sorriso e começo a comer
- Quer ir pro Wien River depois de comer ?
- Pode ser.- Dou um meio sorriso
- Quero te levar a ópera, topa ir?
- Ópera?.- Ri.- Tudo bem
- Vai ser legal.- Ri.- Vai ser minha primeira vez indo a uma ópera.- Ri
- Somos dois.- Ri.- Espero que não nos dê sono.- Falo rindo
- Se der saímos de lá.- Da de ombros rindo.- Mas quero ir uma, minha lista para as coisas que devo fazer antes de morrer.- Gargarlha
- Nossa.- Gargalho.- Então vamos.- Ri.- Vai que morre amanhã sem ter feito isso.- Gargalho
- Você morreria junto comigo né ?.- Ri
- Antes eu até morreria. Mas sabe, agora não sou responsável apenas pela minha vida.- Ri.- Então procure não morrer
- Você disse que daria sua vida por mim, então era mentira né ? Sabia, sua mentirosa.- Finge desapontamento
- Você não vai morrer então não preciso fazer isso
- Como sabe?.- Me encara
- Sabendo.- Ri.- Ai chega de falar disso, não gosto de falar dessas coisas.- Murmuro
- Não sabe, mentira, está doidinha pra se livrar de mim.- Faz biquinho
- Não estou não e desfaz esse bico, não posso te beijar aqui.- Resmungo
- Não. Eu quero que me beije
- Estamos em local público.- Murmuro
- Não me importo, quero que elas saibam logo
- Desse jeito seria pior. Não acha?
- Elas já devem ter suspeitado, estávamos andando de mãos dadas a pouco tempo
- Você é muito insistente. Sabia?.- Murmuro
- Quero beijo.- Faz biquinho
- Tente conseguir.- Me levanto e saio correndo
- Não acredito nisso.- Murmura correndo atrás de mim, ele já estava se aproximando e eu não conseguia mais correr, então fiquei entre uma cabine.- Saia logo dai Brenda.- Murmura
- Nada disso, tem que pegar antes meu amor.- Gargalho
- Se eu te pegar você na irá gostar.- Murmura
- Isso é uma ameaça?.- Gargalho e mordo os labios em seguida
- Sim. Te beijarei jogada no chão, vai querer isso?
- Não. Então eu não te deixarei me pegar.- Falo me preparando pra correr de novo
- Não irei correr mais, se quiser me encontrar estarei indo pro Wien River.- Diz emburrado saindo do parque
- Nossa, que chato.- Murmuro e ando até ele, que já estava na saída do parque.- Você não sabe brincar.- Murmuro apertando sua bochecha
- Eu não vou ficar correndo atrás de você em público
- Ai OK.- Murmuro.- Vamos logo, estou ficando entediada
- Então me da um beijo antes
- OK.- Lhe selo.- Agora vamos
- Isso não é um beijo
- OK. Te deixo me beijar durante 4 segundos apenas.- Murmuro passando meus braços ao redor de seu pescoço
- Quatro segundos? Isso não dá nem pra as línguas se tocarem.- Murmura
- Se vira.- Gargalho
- Não. Eu vou beijar quantos segundos ou minutos eu querer.- Diz me puxando para um beijo, ele põe seus braços em volta de minha cintura, ele pede passagem para a língua e cedo em seguida, ele alisa minha cintura com um polegar, puxa meus lábios para si e sussurra.- Doeu?.- Me sela
- Não.- Murmuro.
- Eu sei.- Sorri me roubando um beijo rápido.- Vamos?
- Vamos...- Entramos no táxi e o taxista deu a partida..
- Obrigado.- Sorri dando o dinheiro ao motorista
- Nada.- Da um meio sorriso, saímos do taxi
- Vamos entrar lá dentro?.- Perguta o Zayn apontando para o local
- Vamos.- Dou um meio sorriso
- Então vem.- Ele ri correndo até uma escada que tinha ali
- Me espera.- Murmuro caminhando até a escada
- Você é lenta.- Gargalha me ajudando a descer
- Você que é injusto e corre sem me esperar.- Murmuro
- Você é lenta amor, admita
- Não, não sou.- Murmuro
- Sim você é, agora cale a boca e ande.- Ri
- Não me mande calar a boca.- Murmuro começando a andar
- Já mandei.- Ri
- Mandão.- Bufo
- Que você ama.- Ri me selando
- Só sabe dizer isso quando te chamo de algo?.- Ri
- Claro. Você me machuca com essas palavras rudes
- Ai para de drama. Agora chamar alguem de chato ou mandão machuca?.- Gargalho
- Óbvio que sim
- Você nunca reclamou.- Reviro os olhos
- Por que antes eu jogava essa.- Da de ombros
- Ai vem cá dramático.- Ri pelo nariz
- Não sou dramático.- Murmura vindo até mim
- É sim, bebê dramático.- Ri pelo nariz e lhe selo
- Não sou.- Faz biquinho
- É sim.- Mordo seu bico
- Não sou. Retire o que disse
- Mas você é.- Murmuro
- Senão retirar te deitarei naquela água ali.- Me encara sério
- Então quer que eu minta? Porque você é
- Não sou mandão, te darei 3 segundos pra retirar o que disse
- Mas eu não quero mentir.- Faço birra
- Ok. Sua escola, depois não reclama.- Me pega no colo e caminha até a água e me deita lá, molhando toda a minha roupa e meu cabelo.- Eu te avisei
- Você adora acabar com nosso dia né? Quero ir embora, não ficarei molhada.- Falo irritada
- Vai ficar sim, eu disse pra retirar o que disse.- Da de ombros me ajudando a levantar
- Não, não quero ficar molhada. Está frio.- Murmuro
- Eu te empresto o meu casaco se isso é problema
- Então me dê logo porque eu estou com frio e não quero ficar doente
- Não deixarei.- Ri me entregando seu casaco
- Obrigada.- Murmuro vestindo o casaco, que alias ficou enorme em mim.- Isso parece um vestido.- Murmuro
- Você é muito baixa e mais magra que eu.- Ri
- Nunca mais faça isso, você parece não pensar nas coisas.- Murmuro cruzando os braços
- Não penso, eu faço e você sabe disso, é bom que não duvide mais de mim.- Ri me abraçando por trás
- Não tem como, já é da minha natureza fazer isso.- Murmuro
- Então vai sofrer muito comigo.- Ri
- Olha o namorado que fui arrumar.- Murmuro
- O namorado que você sempre queria.- Ri mordendo minha orelha
- Iludido.- Gargalho
- Iludido? A Nathy me disse que você é minha fã e sonhava em ser minha namorada.- Ri
- Ela estava mentindo.- Dou de ombros
- Sei que não, pois sua mãe me disse e sua irmãzinha também.- Ri
- Chato.- Bufo
- Feia.- Apenas ignoro e contínuo andando
- Que draminha.- Ri me alcançando e me abraçando por trás
- Claro, você fica zoando com a minha cara.- Murmuro
- Eu? Nunca.- Sorri.- Eu gosto de ficar assim com você.- Murmura
- Você sim e eu também.- Murmuro
- Eu nunca.- Ri.- Podemos passar assim mais vezes.- Sussurra
- Uhum, que pena que só temos mais um dia.
- Eu vou te visitar depois das férias
- Tudo bem. - Dou um meio sorriso.- Vou sentir saudades
- Eu também vou sentir saudades. Muitas saudades.- Me vira pra ele
- Eu sentirei mais.- Murmuro passando os braços ao redor de seu pescoço
- Impossível.- Sussurra
- Não é impossível.- Murmuro.
- Pra mim sim, por que eu te amo mais e é óbvio que sentiria mais saudades que você
- Eu amo mais e eu sinto mais saudades. Aceite.- Lhe selo
- Impossível.- Puxa meus lábios para si
- Não é não, impossível é você me amar mais.- Sussurro
- Não duvide do meu amor, porque eu seria capaz de fazer uma coisa que você não iria gostar
- E o quê seria isso?.- Ri
- Não irei falar.- Ri
- OK.- Dou de ombros
- Vai desistir fácil ? Abduziram minha namorada.- Gargalha
- Não estou afim de insistir, da última vez que fiz isso fui jogada na água poluída.- Bufo
- Awn.- Que namorada irritadinha.- Morde meus lábios
- Não sou irritadinha.- Murmuro
- É sim. Minha irritadinha.- Beija meu nariz
- Não.- Choramingo
- Awn que Bebezinha irritadinha.- Ri apertando minhas bochechas
- Para.- Faço bico
- Não faça esse biquinho.- Faz voz de bebê
- Então não me chame de irritada.- Faço voz de choro
- Awn. OK amorzinho.- Me rouba um beijo, ele pois meus braços envolta de seu pescoço e em seguida passa seus braços envolta de minha cintura me puxando para mais perto, ele pede passagem pra língua e eu cedo em seguida, ele explorava cada quanto de minha boca, ponho meus dedos em seu cabelo o puxo fazendo o mesmo soltar um gemido fraco, ele chupa meus lábios e em seguida o morde de leve me fazendo ri.- Eu te amo.- Sussurra próximo aos meus lábios
- Eu também te amo.- Sussurro puxando seus lábios pra mim.- Muito.- Lhe selo
- Que bom, então o meu amor é correspondido.- Sorri
- Sim.- Sorrio
- Vai me ligar todos os dias?.- Olho para os meus olhos
- Sim, todos os dias.- Sorrio.
- Promete?
- Prometo.- Lhe selo.- Se eu não ligar prometo mandar mensagens
- Promete de Dedinho?.- Ri pelo nariz
- Uhum. Prometo de todas as formas possíveis.- Ri
- De todos as formas possíveis ?.- Sorri malicioso
- Uhum. Safado.- Gargalho.- Não dessas.- Ri pelo nariz
- Sabe do que eu estou falando ?.- Morde os lábios
- Não, mas já dá pra imaginar.- Murmuro
- Então o que imagina ?.- Ri
- Não vou falar.- Dou de ombros
- Mas eu quero que você fale.- Murmura
- Não, não direi.- Ri.- Dessa vez ficará sem saber amor.- Ri pelo nariz
- Você é cruel.- Murmura cruzando os braços
- Dramático.- Ri pelo nariz e puxo seus braços o fazendo descruza-los.- Sem cruzar os braços.- Ponho seus braços ao meu redor e apoio as mãos em seu ombro.- Vamos embora? Preciso de um banho.- Sussurro próximo a seus lábios
- Já?.- Resmunga
- Quer ficar mais um pouco?.- O encaro
- Queria ir beber algo.- Murmura
- Tudo bem, então vamos.- Dou um meio sorriso
- Topa algodão doce ? Não quero beber mais
- Por que não ? Eu queria.- Murmuro
- Então eu compro algo pra beber e eu compro algodão doce pra mim
- Tudo bem
- Quer beber o que?.- Pergunta me ajudando a subir as escadas
- Um frapuccino, de chocolate.- Dou um meio sorriso
- Só ? Vai engordar.- Ri subindo as escadas
- Não vou não. Eu estou com vontade de tomar.- Murmuro
- Não quero uma namorada balofa.- Gargalha
- De qualquer jeito ficarei gorda então tenho que aproveitar.- Dou de ombros.- E eu estou com vontade de tomar e vou tomar, não me importo de engordar.- Murmuro
- Imagina se você não passar na porta.- Ri
- Para.- Faço voz de choro.- Não vou ficar gorda.- Murmuro
- Vai sim, vai ser minha rolinha de poço
- Não.- Murmuro.- A culpa é sua.- Choramingo
- Minha? Dos dois.- Ri
- Sim, sua. E ainda fica rindo de mim.- Murmuro.
- Você também fez comigo então a culpa não é só minha.- Ri
- Então não é pra rir de mim já que a culpa é dos dois. Você tem que ficar gordo comigo, seria mais justo.- Resmungo
- Não. Isso não.- Gargalha me abraçando de lado
- Não quer apoiar sua namorada ficando gordinho com ela?.- O encaro incredula.- Belo namorado eu arrumei.- Murmuro
- Faz parte da vida amor.- Ri me roubando um selinho
- Insensível.- Murmuro entrando no Starbucks e indo ao balcão fazer meu pedido.- Um frapuccino de chocolate grande por favor.- Dou um meio sorriso olhando o atendente, que por sinal era bem bonito
- Grande? Amor você vai ficar obesa.- Ri
- Só isso senhora?.- Pergunta me encarando
- Sim, por favor.- Dou um meio sorriso, ele assente e sai dali.- Para, eu não vou.- Murmuro.- E estou com muita vontade, só o grande vai me satisfazer.- Dou de ombros
- Vai ficar gorda, sua gulosa.- Gargalha
- Se eu fosse você tambem tomaria um, precisa de carne amor.- Ri
- Não. Prefiro algodão doce.- Da de ombros
- Tudo bem.- Falo pegando meu frappuccino e pagando em seguida.- Vamos?.- O encaro tomando um gole, estava ótimo. Isso com certeza vai matar minha vontade
- Eu ia pagar.- Reclama me puxando ate o algodão doce
- Eu comprei, eu pago.- Dou de ombros e bebo mais um pouco do meu frapuccino.
- Mas ia pagar, vou te devolver o dinheiro.- Diz tirando o dinheiro do frapuccino e colocando em meu bolso.- Senhor um algodão doce por favor
- Qual cor?
- Branco.- Sorri
- Aqui está.- Diz pegando o algodão doce
- Obrigado.- Diz dando o dinheiro para ele
- Tem troco senhor
- Pode ficar.- Sorri educado.- Bom trabalho
- Obrigado.- Sorri, saímos de lá em seguida.
- Pode pegando esse dinheiro de volta.- Bufo.- Como eu disse. Eu comprei, eu pago
- Não. Você vai ficar e acabou.- Diz serio fazendo sinal para o táxi
- Eu não quero.- Bufo.- Gosto de pagar pelas minhas coisas.- Murmuro
- Mas eu te chamei pra sair e eu que ofereci, agora cala a boca.- Diz entrando no taxi que havia parado
- Não, e não me mande calar a boca.- Murmuro entrando no táxi e fechando a porta
- Já mandei.- Ri, o ignoro e fico olhando pra estrada.
[...]
Assim que chegamos em casa avisei as meninas que chegaria tarde e depois fui para o meu quarto
- Vou tomar o banho primeiro OK?.- Pergunta me encarando
- OK.- Ele sai dali e eu vou até minhas malas e pego um vestido vermelho, com um decote não muito grande e chegava na cintura ficava apertado mostrando as curvas do meu corpo, escolho um scarpin de veludo
- Pode entrar pra se arrumar.- Diz o Zayn abrindo a porta do banheiro e em seguida ligando o secador
- OK.- Falo pegando uma toalha e entrando no banheiro, me dispo e entro no box. Abro o chuveiro na água quente e entro na mesma, molho os cabelos e os lavo já que o Zayn me fez molha-lo mais cedo. Após terminar de lavar o cabelo, me enrolo na toalha e saio do box
- Te espero na sala, OK?.- Pergunta me encarando
- Ok.- Respondo começando a me vestir
[...]
Depois de já pronta Desço as escadas e os meninos estavam jogando video game
- Wow.- Vejo o zayn olhar pra mim.- Está curto.- Murmura
- Gostou?.- Ri.- Eu sei que está.- Dou de ombros.- Vamos?.- O encaro
- Coloque sobretudo, não quero que te olhem
- Ai não.- Murmuro.- Não demorei horas me arrumando pra vestir um sobretudo. Agora vamos.
- Pega um sobretudo Brenda senão, não sairemos daqui.- Fala sério
- Lá eu vou tirar.- Falo séria subindo as escadas, que garoto chato. Pego o sobretudo e o visto, Desço as escadas e o encaro emburrada.- Vamos.- Murmuro
- Melhor. Tchau galera, daqui a pouco estarei de volta.- Ri passando seus braços pelo meu ombro
- Tchau.- Respondem em coro voltando a prestar atenção no jogo em seguida. Saímos dali e entramos no taxi que já nos esperava...
Chegando em frente ao local o Zayn paga o taxista e sai em seguida, ele abre a porta pra mim e estende sua mão pra me ajudar a sair do carro
- Apenas sorria.- Sussurra pegando em minhas mãos
- OK.- Respiro fundo e ponho um sorriso nos lábios, não tenho muito o que fazer então o jeito é escuta-lo, pelo menos dessa vez. Ele para em frente as câmeras e sorri em algumas e depois me puxa para o seu lado pra entrarmos no Ópera Estatal de Viena
- Nosso lugar é ali em cima.- Aponta para o lugar.- É o acento 35b.- Ri
- OK.- Dou um meio sorriso, andamos até lá e nos sentamos em nossos lugares, alguns minutos depois o show começa... As vozes eram incríveis, mesmo sendo algo entediante. Sério, aquele conjunto de vozes, todo momento estava me dando sono. Quando o show termina me sinto instantaneamente aliviada, nunca senti tanto sono antes e juro que se ficasse mais cinco minutos sentada naquele lugar eu dormiria ali mesmo.
- Quer mais sessões ?.- Gargalha
- Não, essa já esta de bom tamanho.- Ri.- Essa foi a primeira e a ultima vez que vou a uma ópera.- Gargalho
- Por que amor? Foi legal.- Ri
- Pra você. Amor, eu estava quase dormindo.- Murmuro
- Você dorme com qualquer coisa.- Ri
- Não durmo não.- Murmuro
- Dorme sim.- Ri apertando minha bochecha
- Não durmo, seu mentiroso
- Eu ? Não fale isso de mim
- Uhum, você.- Ri
- Você é tão injusta comigo.- Faz biquinho
- Não sou não.- Ri pelo nariz.- Desfaça esse bico.- Aperto suas bochechas
- Só desfazerei se me beijar
- Não, não pode ficar me chantageando.- Murmuro
- Já fiz, agora um beijinho.- Sorri
- OK, vem cá meu chatinho.- Ri pelo nariz
- Eu não sou chata.- Se aproxima e põe seus braços e minha cintura
- É sim, meu chatinho.- Ri e passo meus braços ao redor de seu pescoço, chegando mais perto.
- Retire o que disse.- Sussurra próximo aos meus lábios
- Não.- Sussurro puxando seu lábio pra mim.
- Não vai retirar?.- Pergunta incrédulo
- Ai amor, para.- Murmuro.
- Retira o que disse
- Ta, eu retiro. Agora anda logo antes que eu te solte.- Murmuro
- Estressadinha.- Ri e puxa meus lábios para si, logo ele pede passagem pra língua e eu cedo, ele chupa meus lábios fortes deixando-o um pouco doloridos, ele desce suas mãos para minha bunda e aperta em seguida
- Estamos em público.- Murmuro tirando sua mão da minha bunda
- Ninguém viu.- Da de ombros
- Não pode ter certeza.- Murmuro
- Aqui não tem paparazzi, fique tranquila.- Ri
- OK.- Dou de ombros.
- Vamos pra casa? Quero jogar vídeo game.- Diz empolgado
- Quer me trocar por vídeo game? Nossa.- Digo incrédula
- Vou te aproveitar amanhã, tenho que me aproximar mais do seu pai né ? Uma ótimo oportunidade
- É.- Murmuro.- Tudo bem, então vamos.- Resmungo
- Que namorada mais resmungona meu Deus.- Ri
- Sou mesmo.- Murmuro
- Pare de murmura amor, isso é feio já se esqueceu ? Tanto que você faz isso eu acabo fazendo.- Revira os olhos
- Não tenho culpa de pega minhas manias.- Dou de ombros
- Não tenho culpa se pega minhas manias.- Dou de ombros
- Mas acabo pegando pois você só faz isso, então vamos cortar de agora, não quero que o nosso bebê pegue essas manias feias
- Não quero parar.- Resmungo.- E ainda falta muito pra ele vir então eu posso.- Dou de ombros
- Não. Depois você não vai desacostumar.- Me encara sério
- Não quero parar.- Murmuro
- Para. Serio.- Murmura
- Olha, ele murmurou.- Gargalho
- Por que isso fica na minha cabeça.- Revira os olhos
- Então tire.- Ri
- Só quando você parar com isso
- Então vai continuar murmurando bebê.- Ri pelo nariz e lhe selo
- Você é muito chata sabia?
- Não sou e vamos. Quero ir pra festinha do pijama.- Ri
- É sim, muito chata, graças a Deus, vou me livrar de você.- Ri
- Nossa. Bom saber, então posso ficar de vez com meus pais já que quer se livrar de mim.- Dou de ombros
- Você me trocou pela festa do pijama dramática.- Ri
- Não, só um dia não te mata
- Mata sim
- Então meu bebê vai nascer sem pai porque o que mais vai acontecer é isso.- Ri
- Isso ai.- Me olha incrédulo
- Dramático.- Ri e lhe selo.- Amanhã prometo passar o tempo todo com você. OK? Agora vamos embora, quero tirar esses saltos.- Murmuro
- Ok. Vamos.- Ele entrelaça nossas mãos e me tira daquele local, faz sinal para um táxi, ele abre a porta pra mim e entra logo em seguida.- Estou com fome
- Eu também.- Ri.- Ainda bem que as meninas devem ter cozinhado.- Falo rindo
- Vou ver se encomendamos pizza
- Façam isso.- Ri e olho pra estrada
- Isso é se não já encomendaram
- Acho que já o fizeram. Porque é difícil algum deles querer cozinhar.- Ri
- O Bieber cozinha
- Com o video game por perto? Duvido.- Ri
- Talvez se ele sinta fome ou a Nathy faça um agrado pra nós e pede pro Bieber cozinhar
- Duvido muito.- Gargalho.- Amor, vai ter que se contentar com a pizza.- Ri
- Fazer o que né, minha namorada não cozinha pra mim.- Murmura
- Não gosto de cozinhar.- Murmuro
- Mas tem que aprender, quero uma namorada que cozinhe pra mim
- Um dia, quem sabe.- Dou de ombros
- Um dia? Eu quero hoje amor
- Não, hoje você ficará feliz comendo pizza.- Sorrio lhe selando
- Ótima namorada eu tenho
- Prometo cozinhar pra você outro dia. Mas hoje não
- Ok.- Resmunga.- Chegamos.- Fala pagando ao taxista
- Finalmente.- Ri saindo do taxi
- Está com tanta pressa de se livrar de mim?.- Pergunta me encarando incrédulo após sair do táxi
- Claro que não, estou com pressa é de descansar. Esqueceu que amanhã não dormiremos?.- O encaro
- Tinha esquecido.- Ri.- Vai lá.- Abre a porta e me sela
- Até amanhã.- Lhe roubo um beijo rápido e saio dali
- Até amanhã.- Lhe roubo um beijo rápido e saio dali. Subo as escadas e vou para o meu quarto, tomo um banho e visto meu pijama, Desço as escadas e vou em direção ao quarto da Nathy. Ficamos conversando um tempo e depois comemos, decidimos dormir e nos deitamos. Fico pensando um pouco, amanhã será um dia agitado e talvez conturbado, na verdade tenho certeza que será. Demoro um pouco a dormir pensando na minha vida mas acabo sendo levada pelo cansaço.
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